Cultivo passo a passo, Página 3

Lista de artigos

Cultive rebentos ou Microgreens em casa e afaste o cansaço da primavera

Os primeiros raios de sol da primavera começam lentamente a despertar a natureza do seu sono de inverno, e esta é a melhor altura para proporcionar ao corpo ainda sonolento uma boa dose de vitaminas, antioxidantes e minerais sob a forma de suculentos microgreens e germinados, que pode cultivar em casa. Não sabe como? Não se preocupe: com o nosso guia para cultivar germinados e microgreens em casa, vai conseguir fazê-lo sem dificuldade.

Embora o seu aspeto discreto não o sugira à primeira vista, os vegetais jovens, as leguminosas ou os cereais sob a forma de germinados ou microgreens são uma excelente fonte de nutrientes, vitaminas, minerais, antioxidantes e outras substâncias benéficas para a saúde. Algumas variedades têm um valor nutricional até 40 vezes superior ao das plantas plenamente desenvolvidas, e um estudo científico (Wojdyło,Nowicka) confirmou que:

  • os germinados têm uma eficaz capacidade antioxidante, pois são ricos em polifenóis e ácido L-ascórbico
  • os microgreens distinguem-se pelo elevado teor de carotenoides, clorofila e ácidos orgânicos, sem qualquer açúcar
  • alguns germinados (brócolos, rabanete, lentilhas) e microgreens (rabanete, amaranto, lentilhas) podem ser incluídos na alimentação diária como superalimentos e alimentos funcionais

Microgreens ou germinados: qual é a diferença?

Os termos germinados e microgreens são muitas vezes confundidos, mas referem-se a duas categorias diferentes de plantas. Para cultivar germinados, basta demolhar as sementes em água e colhê-las antes de surgirem as primeiras folhas. Todo o processo demora normalmente cerca de uma semana e não vai precisar de substrato de cultivo nem de iluminação artificial.

Em comparação com os germinados, os microgreens demoram um pouco mais a crescer, normalmente entre 7 e 21 dias após a germinação das sementes, tempo suficiente para surgirem as primeiras folhas pequenas. Ao contrário dos germinados, os microgreens precisam de uma fonte de luz e de substrato para as plantas fixarem as raízes.  Enquanto os germinados podem ser consumidos na totalidade, incluindo a semente aberta, dos microgreens comemos apenas a parte aérea, ou seja, os caules e as folhas jovens.

De que equipamento preciso para cultivar germinados e microgreens?

As principais diferenças entre o cultivo de germinados e o de microgreens são a necessidade de utilizar um substrato de cultivo e a necessidade de luz. Embora os métodos de cultivo de germinados e microgreens sejam diferentes em vários aspetos, pode utilizar alguns equipamentos para ambos os fins, e as sementes para cultivar germinados e microgreens também são as mesmas.

A NOSSA SUGESTÃO: Quer cultivar germinados e microgreens ao mesmo tempo, mas tem pouco espaço ou não quer investir na compra de dois conjuntos de equipamento? Experimente o tabuleiro de germinação Mungo, onde pode cultivar até três variedades de germinados e microgreens ao mesmo tempo, sem utilizar meio de cultivo.

Como cultivar germinados

O método mais simples para cultivar germinados consiste em espalhar as sementes lavadas num recipiente pouco fundo e regá-las regularmente até germinarem.

  1. Comece por cobrir as sementes com água fria e retire todas as impurezas que venham à superfície. Deixe as sementes de molho durante 8-12 horas (durante a noite) ou até as cascas amolecerem.
  2. Deite fora toda a água e deixe as sementes escorrer num prato com drenagem.
  3. Espalhe as sementes uniformemente, coloque o tabuleiro perfurado sobre o prato e deixe as sementes germinar no frigorífico.
  4. Lave as sementes todos os dias com água fria e limpa e deixe-as escorrer novamente até germinarem.

Equipamento de cultivo para germinados

Como cultivar microgreens

Para cultivar microgreens, não demolhamos as sementes: semeamo-las diretamente num meio de cultivo humedecido. Este pode ser constituído por tapetes de lã mineral ou de outros materiais, ou por substrato de cultivo hortícola sem nutrientes adicionados (por exemplo, substrato para sementeira e propagação, light-mix ou substrato de coco).

Os microgreens também precisam de uma fonte de luz. Pode cultivá-los junto a uma janela ou utilizar luzes LED de cultivo para microgreens. Se optar por iluminação artificial, é mais vantajoso cultivar microgreens num growbox, onde terão condições ideais de crescimento e poderá aproveitar melhor a eletricidade consumida.

  1. Encha o prato com meio de cultivo. Se utilizar terra ou um substrato semelhante, encha o recipiente até ao rebordo e comprima ligeiramente.
  2. Humedeça o substrato com um pulverizador.
  3. Semee as sementes muito próximas umas das outras para obter uma colheita tão abundante quanto possível.
  4. Coloque o recipiente de cultivo junto a uma janela ou sob uma luminária LED de cultivo.
  5. Mantenha o substrato húmido até chegar a altura da colheita.

Equipamento de cultivo para microgreens

Como escolher sementes para cultivar germinados e microgreens

É possível cultivar como germinados ou microgreens vários tipos de cereais comestíveis (cevada, trigo, milho, aveia, arroz) ou leguminosas (lentilhas, ervilhas, grão-de-bico, feijão). Para cultivar germinados e microgreens, utilize apenas sementes que não tenham sido tratadas com pesticidas ou outras substâncias químicas.

Todos os germinados e microgreens têm em comum o facto de serem ricos em nutrientes e de terem um sabor cuja intensidade irá certamente surpreendê-lo pela positiva. Não tenha receio de experimentar e alternar as variedades de plantas. Também pode experimentar diferentes misturas de sementes para cultivar microgreens ou os nossos práticos conjuntos de cultivo de microgreens para principiantes. Para começar, apresentamos-lhe uma lista dos nossos germinados e microgreens mais populares.

 

 

Como reconhecer um clone de qualidade?

Sabia que o cultivo a partir dos chamados clones é bastante mais comum no cultivo de plantas em interior do que o cultivo a partir de sementes? Também é o seu caso? Hoje vamos analisar as características que todos os clones saudáveis, destinados a proporcionar uma excelente colheita, devem apresentar.

seedling-3336455_1920

No caso dos clones, é bastante mais fácil avaliar a qualidade de uma planta jovem e, em comparação com o cultivo a partir de sementes, também poupa algum tempo e evita as preocupações habituais com a germinação. Basta plantar os clones. Por isso, a sua qualidade é ainda mais importante. Como avaliar o seu potencial genético?

  • RAÍZES: o sistema radicular do clone é provavelmente o indicador mais revelador; tal como acontece com as plantas mais desenvolvidas, a vitalidade pode ser avaliada através da observação das raízes. Deve observar pelos radiculares finos e uma cor branca o mais viva possível. Se notar pontas amarelas, bordos acastanhados ou raízes finas como fios, estes sinais indicam que o clone não tem grande qualidade e que dedicar-lhe mais cuidados provavelmente não lhe trará muita satisfação. Por outro lado, se o clone não estiver em muito más condições, até as plantas jovens menos vigorosas podem ser estimuladas eficazmente no início, durante o transplante. Para esse efeito, pode utilizar um bom estimulador radicular, bem como outros suplementos nutricionais para plantas, por exemplo, preparações enzimáticas altamente concentradas ou corretores orgânicos do solo. Estes produtos complementam-se entre si, e cabe-lhe decidir até que ponto compensa cuidar dos seus clones de forma abrangente.
  • TAMANHO: os clones do mesmo lote também devem apresentar um tamanho muito semelhante. Não tem de ser exatamente igual ao milímetro, mas assim consegue perceber claramente que têm a mesma origem.
  • COR: ou, mais precisamente, os tons de verde que podem distinguir as diferentes variedades. As plantas da mesma variedade devem ser idênticas e ter a mesma cor. Também aqui encontramos uma analogia com as pessoas: é fácil reconhecer uma “cor saudável”, simplesmente fresca. Em resumo, o clone tem de ter raízes fortes e brancas.
  • NÓS: um clone preparado para continuar a desenvolver-se não deve ter apenas um ou dois nós. Considere três como o mínimo, mas um clone destinado a uma colheita bem-sucedida deverá ter ainda mais. Os novos rebentos surgem no ponto em que as folhas se ligam ao caule da planta jovem. Cada rebento corresponde a um nó. Certamente já observou, em casa ou na natureza, o fenómeno de duas folhas que surgem do mesmo ponto em direções opostas. São rebentos opostos e, neste caso, dois rebentos contam como um só nó.
  • FOLHAS: observe se a ligação ao caule não é visivelmente fraca, pois isso seria um mau sinal. Pelo contrário, uma folha forte e saudável, que se mantém firmemente presa, é um bom sinal em qualquer clone. As folhas devem estar distribuídas de forma praticamente uniforme ao longo de todo o clone. No que diz respeito às folhas, a melhor coisa que pode fazer pela saúde do clone é aplicar uma pulverização preventiva contra o bolor e o apodrecimento. Também pode prepará-la numa versão BIO. Encontra tudo o que precisa para proteger os seus clones aqui.

seedling-5009286_1920

Recomendamos estes produtos:

  • Pulverização de clonagem ROOT!T 100 ml - aumenta a taxa de sucesso dos clones
  • Sistemas de clonagem
  • Proteção dos clones contra pragas e doenças
  • Conjuntos de fertilizantes BioNova - nutrição completa para todo o ciclo de cultivo, de uma popular marca neerlandesa. Apoie os clones recém-plantados desde o início e prepare-se para uma colheita fantástica.
  • BioNova Veganics - tudo o que precisa para a fase de crescimento e para a fase de floração, se quiser que a sua colheita seja 100% BIO.
  • HERCULES - os vasos de plástico modernos facilitam o percurso desde a plantação do clone até ao aparecimento de belas flores e frutos.
  • Kits LED – um conjunto completo de growbox, devidamente preparado e com tudo incluído para mais do que um ciclo de cultivo, constitui um espaço de cultivo totalmente equipado para os seus clones.

Na prática de cultivo, a qualidade dos clones é muitas vezes subestimada, sobretudo no início, devido à falta de experiência. Por isso, acreditamos que, depois de ler este artigo, já não será esse o seu caso. Se ainda tiver alguma dúvida sobre clones, não hesite em contactar-nos através do endereço habitual info@higarden.eu.

O que ler a seguir:

Como despontar corretamente as plantas?

Aprenda técnicas de desponta de plantas e faça-o como um jardineiro experiente. Estas linhas apresentam-lhe a teoria. Depois, poderá ir com entusiasmo para o jardim e aplicá-la diretamente na prática de cultivo.

rose-1744950_1920

As plantas e as flores são despontadas por dois motivos principais. Com uma desponta correta, consegue uma colheita mais bonita, pois dá às plantas a forma pretendida, e também contribui para um desenvolvimento saudável. 

Muitos cultivadores, incluindo os principiantes, hesitam em despontar as plantas. A própria palavra dá-lhes a sensação de que é algo complicado e de que, afinal, não é assim tão necessário para obter uma colheita. No entanto, trata-se de um método muito simples, que ajudará a conseguir uma colheita bastante melhor. 

Controle o crescimento das plantas em altura, direção e forma final. Está nas suas mãos. E, com tesouras de qualidade e, eventualmente, outros acessórios, como luvas, controlar o crescimento das plantas será uma tarefa agradável. 

Desponta-se uma planta cortando ou aparando os rebentos dos ramos, o que estimula a ramificação — ou, mais precisamente, maximiza-a —, algo muito desejável nas plantas. 

Cada rebento despontado aumenta o número de ramos, mas também reduz a altura da planta. Quer saber como é que, no final, o número de ramos aumenta? Se fizer o corte no local certo, em vez de um rebento surgirão dois novos ramos. Se despontar estes dois rebentos com cuidado, o processo repete-se e passamos de um ramo para quatro! Não é um pouco mágico? Enquanto jardineiro, tem esse poder. Descobrirá que o cultivo dá espaço à criatividade e que não tem de se limitar a semear, regar e colher. Se ainda não tem experiência a despontar plantas, mas esta ideia lhe despertou o interesse — ou até o entusiasmo —, vamos explicar-lhe como fazer tudo corretamente.

plant-3334929_1920

Tudo depende, sobretudo, do tipo de planta que está a despontar. No caso das plantas pequenas, não há muito a discutir: utilize tesouras de jardinagem mais pequenas e afiadas, juntamente com um pouco de destreza manual. Para as plantas grandes, precisará de um bisturi esterilizado. Despontar é, com alguma licença poética, um trabalho de cirurgia: é preciso ser o mais preciso possível. O local e a forma do corte são fundamentais: apare sempre os rebentos dos ramos mesmo acima da junção de dois ramos opostos. Retire apenas a ponta. Para além de controlar o crescimento da planta existente, também pode cultivar uma planta completamente nova a partir da ponta. Basta mergulhar a ponta cortada em água, onde enraizará facilmente com a ajuda de um estimulador de raízes adequado. Saiba mais sobre como estimular o enraizamento no artigo dedicado. Se já souber de antemão que vai aparar ou cortar a ponta para cultivar uma nova planta, faça um corte oblíquo. 

Se está a começar, não precisa de arriscar toda a colheita através de tentativa e erro. Experimente despontar apenas as pontas de uma única planta e observe como ela se desenvolve após a sua delicada intervenção “cirúrgica”, em comparação com as outras plantas.

flowers-4232_1920

Por fim, é importante referir também a escolha do momento certo. Quando deve despontar as plantas? A resposta depende de quantas vezes pretende fazê-lo ao longo do ciclo de cultivo. Se for apenas uma vez, espere até pouco antes da floração. Se pretender fazê-lo várias vezes, comece um pouco mais cedo, durante a fase vegetativa. 

Até agora, achava difícil despontar plantas e estava a ganhar coragem para experimentar? Não hesite, é um prazer! Se, depois de ler este artigo, ainda tiver dúvidas por esclarecer, teremos todo o gosto em ajudar através do endereço habitual info@higarden.eu. Ficamos a aguardar as suas perguntas!

- Tesouras e ferramentas de jardinagem
- Luvas

A época de cultivo ao ar livre está à porta: de que vai precisar?

O inverno está a chegar ao fim, as plantas estão a despertar e o seu jardim espera um bom impulso primaveril! Quer cultive tomates, ervas aromáticas ou outras plantas, não poderá prescindir do substrato, dos fertilizantes e dos vasos adequados. Aconselhamos sobre tudo aquilo de que não se deve esquecer nas compras de primavera para a época de cultivo ao ar livre.

O substrato adequado é a base do sucesso

SoloQuer cultive ao ar livre em vasos, canteiros ou numa estufa, as suas plantas precisam de um solo adequado. A finalidade e a utilização dos diferentes tipos de substrato variam consoante a composição e o teor de nutrientes. Em geral, as plântulas precisam de um substrato mais leve e menos fertilizado do que as plantas na fase de crescimento mais avançada ou em floração. Para o cultivo ao ar livre diretamente no solo, recomendamos a utilização de substratos de cultivo à base de terra e de substratos de coco se cultivar em vasos. As misturas de substrato para cultivo ao ar livre podem conter fertilizantes orgânicos ou minerais, que fornecem nutrientes às plantas durante várias semanas ou meses. As emendas para substratos são geralmente utilizadas no cultivo ao ar livre para enriquecer solos esgotados.

Poderá também interessar-lhe: Como escolher um substrato para jardinagem

Substratos para sementeira – Se, na primavera, tenciona cultivar a partir de sementes ou pré-cultivar as suas próprias plântulas, precisará de um substrato para sementeira. O substrato para sementeira deve ser leve e arejado e conter apenas uma pequena quantidade de nutrientes. Não recomendamos a germinação de sementes em substratos pré-fertilizados.

Substratos para cultivo em vasos - A escolha do substrato de cultivo para vasos depende sobretudo do programa de nutrição que escolher. Se optar por fertilizantes orgânicos, escolha substratos à base de terra destinados à agricultura biológica, como Canna Bio Terra Plus ou BioNova Bio Soilmix. Se fertilizar as plantas com fertilizantes minerais, poderá escolher entre a vasta gama de misturas de substrato ou de substratos de coco. Para o cultivo em vasos, recomendamos misturas leves com perlite, que ajuda a evitar a compactação do solo.

Emendas para enriquecer o solo – Nos canteiros, o solo costuma estar esgotado na primavera, o que dificulta o desenvolvimento das plantas após a plantação. Antes das plantações de primavera, recomendamos adicionar composto ou húmus de minhoca ao solo, ou ainda preparados com micorrizas e bactérias benéficas.

Estimuladores radiculares e fertilizantes para crescimento

image1_8A germinação e as primeiras semanas de vida são o período mais crítico da vida das plantas, e não faz mal dar-lhes uma pequena ajuda. Se cultivar a partir de sementes, recomendamos experimentar estimuladores de germinação, que aumentam a taxa de germinação e permitem obter mais plântulas saudáveis. Os estimuladores radiculares para crescimento são especialmente úteis nos cuidados com as plântulas e na sua transplantação, mas são benéficos durante todo o ciclo de cultivo, pelo que pode comprar uma embalagem maior sem receio. Se cultivar em vasos, o substrato esgotar-se-á rapidamente; por isso, não se esqueça de escolher um fertilizante para crescimento adequado.

Poderá também interessar-lhe: Fertilizantes orgânicos ou sintéticos: quais são melhores para as suas plantas?

Estimuladores de germinação para cultivo ao ar livre – Os estimuladores de germinação são mais eficazes quando aplicados diretamente nas sementes. Estes preparados contêm hormonas vegetais, micorrizas ou bactérias benéficas, que ajudam as sementes a germinar. Se cultivar com fertilizantes orgânicos, experimente estimuladores radiculares com micorrizas, como Orca Liqiuid Mycorrhizae ou Ugro Rhiza 1200.  Se utilizar fertilizantes minerais, escolha preparados sem fungos micorrízicos ou outros microrganismos benéficos, como Plagron Start Up ou Canna Start.

Estimuladores radiculares para plântulas e plantação – Talvez já lhe tenha acontecido as folhas das suas plantas ficarem murchas após a transplantação e demorarem algum tempo a recuperar. Este fenómeno é conhecido como choque de transplantação e pode até levar à morte das plantas. A utilização de um estimulador de raízes é uma excelente forma de o evitar. Aplique o estimulador de raízes nas plântulas antes da plantação, diretamente à volta das raízes das plantas, e também no solo logo após a plantação.

Fertilizantes para plântulas e plantas jovens – As plantas cultivadas em vasos podem precisar de fertilização mais frequente do que as cultivadas diretamente no solo. Isto deve-se ao facto de o substrato no recipiente de cultivo conter apenas uma quantidade limitada de nutrientes, que as plantas vão esgotando com o tempo. Durante os meses de primavera, as plantas precisam sobretudo de grandes quantidades de azoto para produzir novas folhas, mas também de fósforo, potássio e outros nutrientes. Escolha um fertilizante para crescimento de acordo com o tipo de substrato (terra/coco) e o método de cultivo (orgânico/mineral).

Poderá também interessar-lhe: Para que servem os fertilizantes para crescimento e como utilizá-los

Vasos para todas as ocasiões

textile_pot2Poucos cultivadores conseguem prescindir de vasos, quer seja para a germinação e o pré-cultivo de plântulas, quer para o cultivo em varandas, jardins ou estufas. Ao escolher um vaso, não é apenas o tamanho que importa: o material de que é feito o recipiente de cultivo também é importante. Os vasos de plástico de vários tamanhos são adequados para quase todas as ocasiões; os vasos de tecido secam mais rapidamente e favorecem o desenvolvimento das raízes; já os vasos de materiais biodegradáveis são adequados para o pré-cultivo de plântulas.   

Vasos para o pré-cultivo de plântulas – Em geral, não compensa germinar e cultivar plântulas num vaso grande. Com exceção das espécies que não toleram a transplantação, fazê-lo é, no mínimo, pouco prático e, muitas vezes, mais exigente. Para a germinação de sementes, recomendamos utilizar cubos de propagação ou Jiffy. Para o pré-cultivo de plântulas, escolha vasos de plástico pequenos ou vasos para plântulas de materiais biodegradáveis.

Vasos de tecido – A vantagem de um vaso respirável é que o substrato seca mais rapidamente; por isso, as plantas cultivadas em vasos de tecido precisam de ser regadas com maior frequência. A alternância mais frequente entre humidade e secura favorece a formação de raízes nas plantas e é especialmente benéfica para espécies exigentes em nutrientes, como tomates ou pimentos. O tecido também é um excelente material para canteiros elevados.

Vasos com autorrega – Embora ainda não tenhamos chegado ao ponto de os vasos fazerem todo o trabalho por nós, não há motivo para não simplificar o cultivo. Se cultivar ervas aromáticas, experimente os vasos inteligentes. Se quiser cultivar pimentos, tomates ou plantas medicinais, escolha os sistemas modulares AutoPot.

Poderá também interessar-lhe: Tudo sobre os sistemas de cultivo AutoPot

Acessórios de jardinagem e equipamento para os trabalhos de primavera

Por fim, deixamos também algumas sugestões de acessórios de jardinagem específicos para a primavera. De que mais não se deve esquecer? Se tenciona semear hortícolas diretamente nos canteiros na primavera, é importante proteger as sementes em germinação da geada e das pragas com geotêxtil respirável. Não se esqueça também dos utensílios de plantação, como etiquetas para identificação, plantador e pá de jardinagem, pulverizador e outras ferramentas de jardinagem.

Procura novidades e dicas úteis para jardineiros e cultivadores? Visite o nosso blogue Higarden, onde encontrará novidades e guias sobre cultivo interior e exterior, bem como outros conselhos especializados para quem gosta de plantas.

Como cultivar malaguetas ornamentais

Os pimentos picantes ornamentais, com os seus frutos de cores vibrantes, são um complemento magnífico para jardins e interiores, mas o seu cultivo pode ser um desafio considerável para quem está a começar. Por isso, preparámos um guia para o cultivo de pimentos ornamentais, onde ficará a saber tudo sobre a germinação, a plantação e os cuidados a ter com estas magníficas plantas.

Os pimentos ornamentais pertencem ao mesmo género que os restantes tipos de pimentos picantes, mas são cultivares desenvolvidos para terem um crescimento anão e frutos coloridos. Como o principal objetivo dos melhoradores não era a picância, o sabor ou o aroma, mas sim a aparência, os frutos são frequentemente amargos e pouco picantes. Outra característica importante dos pimentos ornamentais é que os frutos crescem geralmente nas extremidades das plantas, e não entre as folhas, como acontece com a maioria das variedades comestíveis. Entre as variedades ornamentais de pimentos picantes mais populares encontram-se:

  • Pimento picante CANCUN é uma variedade ornamental com frutos redondos de um vermelho, laranja a violeta-escuro vibrante e folhas pequenas. As plantas têm um porte arbustivo, com ramos pendentes, e atingem uma altura máxima de 50 centímetros. A variedade CANCUN é adequada para cultivo em canteiros, estufas e vasos.

 

  • Pimento picante AZTECO é um pimento picante ornamental com frutos alongados em forma de triângulo, inicialmente verdes, que, durante a maturação, adquirem uma cor que vai do vermelho-vivo ao preto-avermelhado. Esta variedade de pimentos ornamentais é adequada para cultivo em recipientes, estufas, canteiros ou em interior. Apesar de ser uma variedade ornamental, os frutos de AZTECO atingem uma picância de até 450 000 SHU.

Quando e como plantar pimentos ornamentais

Um dos erros mais comuns entre os cultivadores principiantes de pimentos ornamentais é plantá-los demasiado cedo. As mudas são frequentemente vendidas nos centros de jardinagem muito antes de o tempo estar adequado para as plantar no exterior. Só comece a transferir as mudas para um local ao ar livre depois de passar o risco de geadas tardias. Também é importante que a temperatura noturna não desça abaixo dos 15 °C.

As sementes de variedades ornamentais de pimentos precisam de uma temperatura de pelo menos 21 °C para germinar. Se pretender semeá-las diretamente num canteiro ou numa estufa, espere até o solo aquecer suficientemente. Nas nossas latitudes, isso pode demorar bastante e, por isso, muitos cultivadores de pimentos ornamentais preferem criar as mudas a partir de sementes no interior. Saiba como fazê-lo no nosso blogue.

Leia também: Pimentos picantes: como fazer a germinação e o pré-cultivo

Plante as mudas de pimentos ornamentais com três a quatro folhas verdadeiras no solo, deixando uma distância de 12–24 centímetros entre elas e colocando-as em covas com cerca de 5 centímetros de profundidade. As plantas de pimentos picantes ornamentais costumam ser pequenas e ramificadas e, geralmente, não precisam de suporte.

Escolher o local para plantar pimentos picantes

Os pimentos ornamentais precisam de pelo menos 6–8 horas de luz solar por dia, por isso procure um local soalheiro no jardim. Uma vantagem das variedades ornamentais de pimentos picantes é que as plantas são relativamente baixas e não fazem sombra às outras plantas nos canteiros. Também pode cultivá-las em vasos de tecido ou de plástico de tamanho médio.

Certifique-se de que o solo para o cultivo de pimentos picantes tem uma drenagem adequada e retém bem a água. Os pimentos ornamentais são relativamente sensíveis à seca e o substrato de cultivo nunca deve secar completamente. Se lhe parecer que o solo do local escolhido não é totalmente adequado, pode melhorá-lo com composto, húmus de minhoca ou um substrato de jardinagem de qualidade.

Como cuidar dos pimentos ornamentais

  • Luz

Os pimentos ornamentais desenvolvem-se melhor a pleno sol, que lhes fornece a energia necessária para produzir flores e frutos. Se decidir cultivar as plantas em interior e quiser obter uma colheita abundante de pimentos picantes, é aconselhável complementar a luz com iluminação artificial para cultivo de plantas em interior.

  • Solo

Os pimentos ornamentais crescem melhor num solo ligeiramente ácido (pH de 6,0 a 6,8) e rico em nutrientes. Se cultivar no exterior, não se esqueça de enriquecer o solo dos canteiros na primavera com composto, vermicomposto ou um substrato de jardinagem de qualidade. Para cultivar pimentos picantes em vasos, utilize um substrato leve, com fertilização prévia média a elevada e perlita.

Leia também: Como escolher um substrato de jardinagem

 

  • Rega

Os pimentos ornamentais não toleram a seca, mas tenha cuidado para não encharcar o substrato. Regue sempre que a superfície do solo estiver seca, mas a zona das raízes ainda conservar humidade suficiente. Verifique com mais frequência as plantas cultivadas em vasos, porque o solo seca mais depressa nesses recipientes.

  • Temperatura e humidade

Os pimentos gostam de tempo quente, por isso desenvolvem-se melhor a pleno sol e crescem mais depressa quando as temperaturas ultrapassam os 24 °C. Tenha cuidado para não plantar as mudas em solo frio, pois isso pode fazer com que as plantas fiquem atrofiadas durante todo o período vegetativo.

  • Fertilizante e nutrição

Os pimentos ornamentais são um pouco menos exigentes em termos de nutrição do que as variedades destinadas ao consumo, mas precisam de um fornecimento constante de nutrientes. Durante o crescimento vegetativo, antes do início da floração, as plantas precisam de uma quantidade maior de azoto para desenvolverem rapidamente as folhas e o sistema radicular. Durante a floração, os pimentos ornamentais precisam de mais fósforo e potássio, que favorecem a floração.  Os fertilizantes para crescimento são geralmente identificados como “grow”, enquanto os fertilizantes para a fase de floração são identificados como “flower”. Uma solução simples são os fertilizantes especiais para o cultivo de pimentos picantes.

  • Polinização

Tal como os restantes tipos de pimentos, os pimentos ornamentais têm flores perfeitas, o que significa que cada planta possui órgãos reprodutores masculinos e femininos e pode reproduzir-se sem a ajuda de insetos polinizadores.

Quer começar a cultivar pimentos picantes, mas falta-lhe equipamento? Na nossa loja online encontra tudo o que precisa para cultivar pimentos picantes em interior e no exterior.

Secagem e cura – O caminho para uma colheita deliciosa

Quando o cultivador finalmente colhe as flores maduras, chega um momento de satisfação — e, ao mesmo tempo, uma das fases mais importantes de toda a época de cultivo. O sabor, o aroma e o efeito do material seco dependem da forma como a colheita é seca e deixada a amadurecer. Bastam alguns erros para meses de trabalho serem em vão. Então, como fazer a secagem e a cura para obter um resultado à altura?

O que lhe vem à ideia quando se fala de material seco de qualidade?  Um efeito forte, um aroma intenso ou um sabor suave? Provavelmente, tudo isto em conjunto. Estas características devem-se aos compostos ativos, aos terpenos e a outras substâncias que se formam na planta e ficam armazenadas nos tricomas. Para que o material vegetal conserve o máximo destas substâncias, é necessário proceder com cuidado ao processar a colheita. A secagem correta e a subsequente cura (curing) determinam se a sua colheita ficará com aroma a fruta ou a feno molhado.

Diferentes métodos de secagem

O primeiro passo para uma colheita sem problemas é uma secagem lenta e delicada. O objetivo não é simplesmente secar o material vegetal, mas fazê-lo de forma a conservar o máximo possível de compostos ativos no material seco. Estes encontram-se nos tricomas, glândulas microscópicas na superfície das flores, folhas e caules, onde se formam compostos ativos e terpenos. Se forem manuseados de forma brusca, os topos dos tricomas soltam-se e caem das flores sob a forma de um pó fino semelhante a resina. Os tricomas das flores são os mais valiosos: contêm a maior quantidade de substâncias ativas e têm um teor de monoterpenos superior ao dos tricomas das folhas e dos caules.

Quanto mais manusear as plantas, mais tricomas perderá durante a secagem. O método mais delicado consiste em retirar das plantas apenas as folhas secas e amarelas e secá-las inteiras, penduradas de cabeça para baixo. Este método permite uma secagem lenta, o que é importante, pois as ervas secas demasiado depressa perdem terpenos e ficam com um sabor amargo. O tempo de secagem ideal é de cerca de 7 a 21 dias, a uma temperatura de 16–20 °C e com uma humidade relativa do ar de 55%. Durante esse período, o material vegetal deverá perder cerca de 70–80% do seu peso.

Durante a secagem, existe sempre algum risco de a colheita ganhar bolor. Este risco é maior sobretudo no caso de plantas grandes cultivadas no exterior ou de plantas que já tenham sido afetadas por bolor. Nesse caso, retire todas as folhas grandes das plantas antes da secagem. Assim, aumentará a circulação de ar em redor das flores. As flores secarão um pouco melhor se dividir as plantas em ramos individuais. Em alternativa, pode secar as flores divididas em partes mais pequenas sobre redes de secagem. Antes disso, não se esqueça de retirar as pequenas folhas junto às flores (trim húmido).

Poderá também ter interesse em: Como obter a colheita de exterior mais aromática

 

Temperatura

Humidade relativa do ar

Secagem de plantas inteiras

18–20 °C

50–55%

Secagem em ramos, sem folhas grandes

16–19 °C

50–55%

Secagem em redes

16–19 °C

55–65%

 

Como equipar uma sala de secagem

A sala de secagem das ervas deve ser bem ventilada e completamente escura. A luz degrada os compostos ativos e os terpenos, e a circulação de ar é importante para evitar que o material vegetal fique abafado e comece a ganhar bolor. Se não tiver um local adequado em casa, pode utilizar um growbox (tenda de cultivo) com o ventilador de extração ligado para secar as ervas.

Durante todo o período de secagem, controle a temperatura e a humidade do ar na sala de secagem com um termohigrómetro. Se a humidade subir demasiado, a melhor solução é um desumidificador, no qual basta definir a humidade pretendida. Se estiver a secar num growbox, coloque o desumidificador na divisão onde se encontra a tenda de cultivo, e não no interior, para que o ar quente não seque as ervas demasiado depressa.

As flores estão bem secas quando se sentem secas ao toque, cedem ligeiramente e se soltam facilmente do caule. Se as ervas se desfizerem facilmente entre os dedos, é sinal de que secaram em excesso. Não é o ideal, mas nem tudo está perdido. Se colocar o material seco durante um ou dois dias num espaço com humidade do ar mais elevada (acima de 65%), este recuperará parte da humidade. Verifique as flores aproximadamente a cada 6 horas.

Poderá também ter interesse em: FERMBAG: Uma revolução na secagem

Trim e cura

Se ainda não o fez durante a colheita, depois da secagem terá de limpar as plantas das folhas restantes, sobretudo das pequenas folhas em redor das flores (trim seco). A poda é um trabalho minucioso e recomendamos que tenha à mão tesouras afiadas com mola e ponta fina. Também lhe serão úteis luvas descartáveis, uma vez que a resina de algumas plantas medicinais pode irritar a pele. Não se esqueça de adicionar ao carrinho álcool desinfetante para limpar as ferramentas e as mãos.

Em teoria, é possível utilizar imediatamente os cachos secos e aparados; no entanto, ainda pode melhorar a qualidade do material vegetal seco. A cura (curing) é uma técnica que consiste em deixar o material seco amadurecer durante várias semanas ou meses, em condições controladas. Durante este período, a humidade residual distribui-se uniformemente pelo material seco e o material vegetal perde parte da clorofila, que tem um sabor amargo.

A cura é normalmente feita em frascos de vidro ou metal que possam ser fechados hermeticamente. Encha os recipientes até cerca de três quartos com as flores aparadas, deixando algum espaço para o ar. Pode colocar lá dentro um saquinho de controlo da humidade, que ajudará a garantir que a maturação decorre em condições ideais. Por fim, guarde o material seco em maturação num local escuro, com uma temperatura estável entre 15 e 18 °C.

Consoante a variedade e as preferências pessoais, pode deixar o material seco a amadurecer durante várias semanas ou meses. Durante a primeira semana, abra os recipientes todos os dias e deixe o material seco arejar uma vez por dia, durante cerca de 20–30 minutos; tenha, porém, atenção à humidade ambiente. Se estiver a chover lá fora, a humidade em casa também pode rondar os 70–85%, e o material seco absorve-a muito rapidamente. Por isso, em dias de chuva, é aconselhável isolar a divisão do ambiente exterior antes de abrir o recipiente e medir a humidade da divisão onde este será aberto. Antes de voltar a fechar o recipiente, mexa ligeiramente as flores com uma ferramenta limpa, para que o ar fresco chegue a todas. Na segunda semana de cura, basta abrir os recipientes duas ou três vezes. Nas semanas e meses seguintes, areje o material seco pelo menos uma vez por semana.

Para mais dicas e instruções sobre cultivo legal, visite o nosso blogue Higarden para cultivadores principiantes e experientes.

 

LST - técnicas de modelação e treino de plantas

Como pode influenciar facilmente a forma das plantas para tirar o máximo partido delas? Com uma formação adequada, é possível obter uma colheita abundante mesmo num espaço mais pequeno. Reunimos para si uma visão geral das técnicas mais populares, utilizadas tanto por cultivadores amadores como profissionais.

Os cultivadores experientes sabem que o rendimento não depende apenas da genética ou da nutrição. A estrutura da planta também desempenha um papel decisivo. Técnicas como supercropping, schwazzing ou ScrOG permitem orientar o crescimento, aumentar a eficiência da iluminação e alcançar resultados significativamente melhores. Vamos recordar como funcionam e quando as utilizar.

Topping: Corte das pontas

Uma técnica básica que todos os cultivadores devem dominar. Consiste em cortar simplesmente as pontas das plantas para que se ramifiquem nesse ponto. A maioria dos cultivadores corta as plantas pela primeira vez quando têm três pares de folhas verdadeiras, com exceção de alguns estilos de cultivo específicos (por exemplo, SoG). Após o corte, surgem duas novas pontas do caule principal, e os quatro ramos laterais situados um nível abaixo crescem mais depressa. Assim, a planta deverá ter seis novas pontas aproximadamente à mesma altura.

Também pode cortar as plantas mais vezes, mas apenas durante a fase vegetativa (de crescimento). Depois de passar à floração, ao remover as pontas estará apenas a abdicar das futuras inflorescências. Quanto mais vezes cortar as plantas, mais ramificadas ficarão.

Fimming: Beliscar as pontas

Esta técnica de beliscar as pontas terá surgido por acidente, segundo conta a tradição, e daí vem também o seu nome em inglês, F*** I Missed. O fimming consiste em cortar os rebentos apicais, deixando cerca de 20% na planta. Se o beliscamento for bem-sucedido, em vez de duas, a planta produzirá quatro ou mais novas pontas muito próximas umas das outras. O resultado são plantas baixas, com inflorescências muito juntas e um rendimento elevado.

Desfolha: Remoção de folhas

As folhas são o local onde ocorre a fotossíntese e são indispensáveis para as plantas. Ainda assim, a maioria dos cultivadores remove regularmente algumas folhas das plantas. Geralmente, fazem-no para melhorar a passagem da luz e do ar pela vegetação, ajudando a prevenir o bolor e a aumentar o rendimento. No entanto, não se deve exagerar na desfolha, e é importante saber quando e que folhas remover.

Durante a fase vegetativa: Entre os cultivadores, é comum o mito de que a remoção das folhas grandes ajuda as plantas a direcionar a energia para a formação de novas pontas. Na realidade, isso abranda o crescimento. Por isso, durante a fase de crescimento, remova apenas as folhas que fazem sombra aos ramos mais baixos, crescem para o interior da planta, tocam no substrato ou ficam à sombra. Remova também as folhas amareladas ou secas.

Durante a floração: Embora as plantas também precisem de folhas durante a floração, uma desfolha cuidadosa ajuda a criar um microclima melhor e a prevenir o bolor. Especialmente no cultivo interior, é boa ideia remover as folhas dos níveis mais baixos, onde não chega a luz. Remova também as folhas maiores que fazem sombra às inflorescências em maturação. À medida que a colheita se aproxima, remova regularmente as folhas que amarelecem ou secam.

Schwazzing: Desfolha extrema

As folhas que recebem luz suficiente fazem a fotossíntese e produzem carbono, que serve de fonte de açúcares para as outras partes da planta. Por outro lado, as folhas à sombra armazenam carbono e fazem muito pouca fotossíntese. Por isso, a remoção das folhas sombreadas ajuda as plantas a aproveitar melhor o carbono disponível e conduz a rendimentos mais elevados.

O schwazzing é um método popularizado por J. Haupt no livro “Three A Light”, que consiste numa desfolha extrema repetida durante as primeiras três semanas de floração. O resultado são plantas mais baixas, com inflorescências longas, mesmo nos ramos inferiores.

Como fazer: No primeiro dia de floração, remova todas as folhas grandes (em forma de leque). Assim, não só melhora a passagem da luz pela copa, como também leva as plantas a concentrarem-se no desenvolvimento de novas folhas, em vez de alongarem os caules; desta forma, permanecem mais compactas e não crescem tanto em altura. Não se esqueça de que, ao remover as folhas grandes, as suas plantas perderam uma reserva considerável de nutrientes. Durante os dez dias seguintes, aumente a dose de nutrientes em cerca de 20%, com uma proporção mais elevada de fósforo e potássio (fórmula para floração).

Faça a segunda desfolha no 20.º dia da fase de floração e volte a remover apenas as folhas grandes. Tenha cuidado para não danificar as flores em formação. Na terceira semana de floração, a planta já passou pela fase de alongamento dos caules e, graças ao primeiro corte, os botões florais deverão crescer próximos uns dos outros. Após o segundo corte, as flores desenvolver-se-ão próximas umas das outras, resultando em inflorescências longas. Uma das vantagens do schwazzing é que, ao contrário do método tradicional, não é necessário cortar os ramos inferiores, pois, na ausência de folhas, também recebem luz suficiente e produzem flores de boa qualidade.

ScrOG: Entrelaçamento numa rede

Screen of Green (ScrOG) é uma técnica de formação das plantas num plano horizontal, utilizando uma rede ou uma grelha. Tem inúmeras vantagens, sobretudo no cultivo interior com iluminação artificial. Se deixar as plantas crescer sem intervenção, crescerão sempre mais em altura do que em largura. Assim, o ramo principal ficará demasiado próximo da luminária de cultivo, enquanto as pontas nos níveis mais baixos receberão pouca luz. O objetivo de entrelaçar os ramos numa rede é criar uma superfície uniforme de pontas que recebam, todas elas, o máximo de energia das luzes.

Como fazer: Coloque uma rede de suporte 20-30 cm acima da base da planta. Comece a entrelaçar as pontas quando crescerem 5 centímetros acima das aberturas da rede. Oriente gradualmente os ramos principais em todas as direções e, quando a rede estiver quase totalmente preenchida, passe à floração e continue a entrelaçá-los durante as duas a três semanas seguintes, até à floração plena e até as plantas deixarem de crescer em altura.

LST: Dobragem dos caules

LST (Low Stress Training) é um método delicado de formação das plantas, no qual os ramos são dobrados lentamente e presos. A dobragem dos caules pode ser utilizada de várias formas, desde abrir a copa e expor os ramos inferiores à luz até dar forma a bonsais fotogénicos. Também pode ser utilizada para controlar plantas demasiado crescidas no início da fase de floração.

Como fazer: Com a ajuda de arame macio para amarrar, fio ou clipes de plástico, comece por dobrar o caule principal e, mais tarde, também os ramos laterais para fora, afastando-os do centro da planta. Assim, expõe mais área foliar à luz e estimula o crescimento de novos rebentos. Faça LST exclusivamente durante a fase vegetativa e nas primeiras semanas de floração, enquanto os caules ainda são flexíveis.

Supercropping: Quebra dos caules

O supercropping é uma técnica que consiste em danificar intencionalmente a estrutura interna do caule para que este dobre, mas não se parta. A planta reage ao stress reforçando a zona danificada e crescendo mais intensamente noutras partes. A quebra dos caules é uma técnica avançada e exige mão firme.

Como fazer: Escolha um caule flexível durante a fase de crescimento e aperte-o e massaje-o suavemente entre os dedos até ceder ligeiramente. Em seguida, dobre o rebento na direção pretendida. Se o ramo não se mantiver na nova posição, prenda-o ou apoie-o. Em poucos dias, a planta formará espessamentos nos nós do caule danificado.

A formação das plantas é uma forma de alcançar melhores resultados sem ter de alterar a nutrição ou a iluminação. Comece com técnicas simples, como topping ou LST, e descubra gradualmente o que melhor se adapta às suas plantas.

Tem interesse em novidades sobre cultivo e dicas para cultivadores principiantes e avançados? Encontra tudo isso e muito mais no nosso blogue de cultivo da Higarden.

 

Sistemas hidropónicos AutoPot para um funcionamento económico e rendimentos elevados

Desde as estufas no seu jardim, passando pelas tendas de cultivo, até hectares de áreas de cultivo comercial: é em todos estes espaços que os sistemas hidropónicos AutoPot encontram aplicação. Neste artigo, apresentamos em detalhe as várias gamas de produtos do fabricante britânico, incluindo os sistemas de baixa manutenção e as novidades mais recentes, para que saiba qual o sistema de rega mais adequado ao cultivo de ervas aromáticas, fruta ou legumes. A experiência mostra-nos que todos os sistemas hidropónicos AutoPot têm potencial para superar as expectativas de quem os adquire. Em suma: menos esforço e maiores rendimentos!

cebolas AutoPot

Está comprovado que os sistemas AutoPot reduzem o consumo de água e nutrientes em 50%, ao mesmo tempo que aumentam significativamente os rendimentos.

O que têm em comum os sistemas de rega AutoPot? A capacidade de satisfazer consistentemente as necessidades de cada planta. O resultado é um desenvolvimento saudável e uniforme. Os sistemas AutoPot, que utilizam a tecnologia AQUAvalve, são os únicos sistemas de rega do género no mundo em que cada planta controla a sua própria rega e recebe água fresca enriquecida com nutrientes exatamente quando precisa. Esta é uma grande vantagem na hidroponia, quer cultive as suas plantas em pequena ou grande escala.

Aviso importante: Um requisito fundamental para o sucesso do cultivo com os sistemas hidropónicos AutoPot é seguir as instruções do manual do fabricante (págs. 6–12). De acordo com estas instruções, é especialmente importante preparar corretamente o substrato, o que significa criar camadas, misturar, etc. Também é essencial regar as plantas por cima durante os primeiros 7–14 dias e só ligar o sistema depois de as raízes se desenvolverem. Com base no manual do fabricante, preparámos para si Dicas para cultivar com os sistemas de rega AutoPot, que ajudarão a evitar erros desnecessários.

AQUAvalve5

aquavalve5 miniobr

Esta tecnologia única, adequada tanto à nutrição mineral como à orgânica das plantas, controla o caudal de água até às plantas através da simples pressão da gravidade proveniente do reservatório, depois de ligada à alimentação de água. As necessidades dos cultivadores evoluem naturalmente à medida que surgem opções cada vez mais diversificadas para a nutrição das plantas. É precisamente a isso que responde a entrada, 66% maior, que acelera o fluxo da solução nutritiva, independentemente dos fertilizantes hidropónicos dissolvidos na água. Isto reduz o risco de entupimento dos tubos (sobretudo no caso da nutrição orgânica das plantas, que sem esta tecnologia não seria viável em hidroponia) e também as necessidades gerais de manutenção do sistema.

A limpeza regular do sistema assegura o seu correto funcionamento e uma longa vida útil. Se utilizar fertilizantes orgânicos, lembre-se de que, depois de as plantas consumirem a solução nutritiva do reservatório, é necessário limpar cuidadosamente todo o sistema AutoPot depois de fechar a válvula e o desligar do reservatório, e, em seguida, enxaguar os tubos (ver catálogo do fabricante, pág. 8). Se utilizar fertilizantes minerais, não é necessário limpar o reservatório após cada esvaziamento.

anatomia da Aquavalve

Hidroponia + AutoPot = satisfação com os resultados

Antes de apresentarmos os diferentes tipos de sistemas hidropónicos da marca AutoPot, resumimos os principais benefícios que os sistemas hidropónicos AutoPot, concebidos para facilitar o sucesso na hidroponia, oferecem a cultivadores de diferentes perfis:

  • Plantas mais saudáveis, maiores e mais produtivas, que recebem nutrientes frescos sempre no momento certo.
  • Acabou a rega diária. Pode deixar o AutoPot completamente sem supervisão durante várias semanas. Assim, as férias ou uma viagem de trabalho já não entram em conflito com a sua paixão pelo cultivo de plantas.
  • Funcionamento económico, sem necessidade de alimentação elétrica. Os sistemas hidropónicos AutoPot dispensam eletricidade, bomba, temporizador e canalização de água.
  • Sustentabilidade ambiental. Com os sistemas AutoPot, não desperdiça água. A água e os nutrientes são sempre aproveitados ao máximo.
  • Utilização versátil. Quer cultive espécies ornamentais, quer pretenda colher culturas comestíveis saborosas ou ervas medicinais, com os sistemas AutoPot pode cultivar a variedade que quiser. O mesmo se aplica ao meio de cultivo. Os sistemas hidropónicos AutoPot são extremamente versáteis também neste aspeto. Basta que o substrato escolhido tenha boas propriedades de absorção e seja suficientemente arejado. O arejamento é garantido pela adição de perlite; nos sistemas Autopot, revelou-se eficaz uma mistura com 50% de perlite ou argila expandida com coco ou mistura de solo. Recomendamos sobretudo coco de qualidade, tamponado e estabilizado, de um fabricante conceituado, como BioNova Cocomix Plus.

Agora que já sabe porque partilhamos, tal como milhares de cultivadores, o nosso entusiasmo pela combinação de hidroponia e da marca AutoPot, chegou a altura de conhecer as várias gamas de produtos do sortido abrangente, com opções para todos os cultivadores.

1Pot e 1Pot XL

Começamos por esta gama de sistemas hidropónicos AutoPot, que conquistou sobretudo os cultivadores domésticos e urbanos, não só no Reino Unido. Trata-se de sistemas de rega automática simples, modulares e económicos.

A diferença entre a versão clássica e a versão XL está na capacidade e no formato dos vasos: um conjunto de vasos quadrados de 15 litros ou vasos quadrados de 25 litros com base redonda.

1POTKOMPLEX11111

Uma grande vantagem do sistema 1Pot é a facilidade de utilização, pelo que, tal como a gama Easy2grow (ver abaixo), é uma excelente opção para quem está a começar na hidroponia. Graças à sua fiabilidade e qualidade de construção, também é uma presença habitual no equipamento de cultivadores de plantas em hidroponia muito mais experientes, que procuram rendimentos acima da média e colheitas gratificantes.

Talvez a maior vantagem dos sistemas AutoPot 1Pot, e mais uma razão para serem também apreciados por cultivadores profissionais, seja a possibilidade de ampliar facilmente cada sistema com mais recipientes de cultivo ligados ao reservatório de solução nutritiva.

É aí que reside, na nossa opinião, o seu encanto. Enquanto cultivador principiante, que precisa de conhecer as regras básicas da hidroponia com a primeira colheita, pode começar com uma ou apenas algumas plantas e um reservatório pequeno. Depois, à medida que as necessidades aumentam, pode ampliar todo o sistema com mais vasos — afinal, o apetite cresce à medida que se come — até chegar facilmente a 50 ou mesmo 100, em combinação com um reservatório grande. Os cultivadores comerciais utilizam ainda mais, pelo que as possibilidades de expansão não acabam nos 100 vasos. As imagens ilustram bem as possibilidades de expansão destes sistemas modulares extremamente populares. São apresentadas três das configurações mais vendidas, com 4, 12 e 48 vasos, cada uma com um volume de reservatório ou de Flexitank adequado.

1PotKOMPLETVICEKVETNIKU

Easy2grow

Os sistemas hidropónicos de baixa manutenção Easy2grow, que também funcionam apenas com a pressão da gravidade, são perfeitos para um growbox, uma estufa, um túnel de cultivo ou um jardim. São também a resposta à questão de como e em que cultivar deliciosos morangos ou outras frutas e legumes populares sem desperdiçar uma única gota de água. Não é por acaso que, à escala mundial, são os sistemas AutoPot mais vendidos!

easy2growLOGOEasy2grow2

Tal como na gama 1Pot, também é possível ampliar todo o sistema à medida que aumentam as necessidades e a experiência de cada cultivador. Uma vez que o modelo básico é composto por dois recipientes de cultivo, o sistema pode ser ampliado sempre com um número par de vasos. Quanto à quantidade, as possibilidades são praticamente ilimitadas. Como exemplo, apresentamos a imagem do sistema easy2grow com 6 vasos, que, juntamente com o módulo básico, é um dos favoritos para o cultivo doméstico de várias culturas. O esquema mostra as possibilidades de disposição deste sistema.

easy2grow6Easy2grow6schema

Quais são as características dos sistemas hidropónicos Autopot Easy2grow?

  • Eficiência extraordinária. Em dois aspetos. A primeira vantagem é a eficiência na utilização do espaço. Aproveite ao máximo o espaço do growbox ou da estufa! Além disso, os sistemas easy2grow proporcionam aos cultivadores a máxima eficiência durante a fase inicial de crescimento das plantas adultas, que não sofrem com a falta de espaço. A tecnologia AutoPot AQUAvalve mencionada acima garante também que recebem água e nutrientes exatamente de acordo com as suas necessidades.
  • Versatilidade. Graças às possibilidades praticamente ilimitadas de expansão do sistema de cultivo, em termos do número total de módulos ligados ao reservatório de solução nutritiva, e à opção de escolher vasos de 8,5 ou 15 litros, pode alternar facilmente entre as culturas cultivadas.

Sistemas de bandejas

traylogo

Máximo espaço para o crescimento das suas plantas e manutenção mínima. É assim que se podem descrever, em poucas palavras, os chamados sistemas de bandejas AutoPot.

TRAY3uvod

Este tipo de sistema hidropónico é adequado a todas as fases de crescimento das plantas adultas. Identifica-se pelo facto de vários vasos estarem colocados num único reservatório com uma tampa superior. Todas as plantas dos vasos incluídos num sistema de bandejas são regadas por uma única válvula AQUAvalve. Consoante o número de vasos e o volume adequado do reservatório, os sistemas de bandejas AutoPot estão disponíveis em três versões:

  1. Sistema AutoPot Auto3 XL, incluindo Flexitank de 50 L
  2. Sistema AutoPot Auto8, incluindo Flexitank de 100 L
  3. Sistema AutoPot Auto9 XL, incluindo Flexitank de 100 L

Quais são as suas principais vantagens?

  • Aproveitamento de 100% do espaço de cultivo. A rega de vários vasos numa única configuração com uma só válvula AQUAvalve reduz drasticamente a área ocupada pelo sistema hidropónico. Aproveite todo o espaço de cultivo disponível, sem ter de se preocupar com o acesso individual aos recipientes de cultivo com prato. É por isso que estes sistemas hidropónicos AutoPot são ideais para espaços apertados!
  • Necessidades mínimas de funcionamento e manutenção. Estes “sistemas de reservatório” permitem aos cultivadores regar as plantas sem qualquer drenagem. Isto significa que não precisam de canalização para águas residuais e que as plantas dispostas relativamente perto umas das outras também requerem menos luz. O menor número de válvulas e acessórios reduz significativamente tanto as necessidades de manutenção destes sistemas como o consumo total de água.
  • Concebidos para a saúde das plantas. Todos os sistemas de bandejas AutoPot têm uma base especialmente moldada que minimiza a quantidade de água estagnada. A tampa bloqueia a luz e retém as impurezas logo à entrada do reservatório.

TRAY11

TRAY1

AQUAplate

Cultiva plantas de crescimento rápido ou, por exemplo, hortícolas de folha? Com a nova gama de produtos AQUAplate, a AutoPot oferece aos cultivadores a possibilidade de cultivar plantas sem substrato. Proporcione às suas plantas acesso direto a água rica em nutrientes, essencial para o seu desenvolvimento correto!

Como pode ver na imagem, a gama AQUAplate inclui dois tipos de módulos: quadrado e redondo. Na prática, basta ligar ambos os módulos ao reservatório de solução nutritiva (ver abaixo) para começar a cultivar! Outra vantagem destes módulos é, sem dúvida, o preço de aquisição reduzido.

AQUAplateLOGO

AQUAPLATEKOMPLET

A utilização dos módulos AQUAplate é muito simples. Primeiro, coloca-se a planta num colar de neopreno preto. (Uma alternativa ao colar AutoPot pode ser uma chamada ficha de enraizamento, ou seja, uma planta jovem enraizada num meio de propagação.) Coloca-se um disco de espuma azul no fundo do vaso perfurado especial. Em seguida, coloca-se a planta, presa no colar de neopreno, na parte superior do vaso. Depois, basta encaixar os vasos assim preparados no módulo e ligá-lo ao reservatório de solução nutritiva.

Easy2GO kit

Este sistema de rega económico e flexível, que se monta num instante, permite transformar qualquer tapete de cultivo num sistema AutoPot autónomo!

easy2GoLOGOOO

  • O conjunto de rega easy2GO é extremamente fácil de instalar em qualquer lugar: em casa, numa estufa, num jardim de inverno ou, por exemplo, num terraço.
  • Este conjunto de rega AutoPot é perfeito para a rega das plantas durante as férias e, ao contrário de outros produtos destinados a esse fim, permite-lhe regressar de férias e encontrar plantas viçosas.
  • O conjunto easy2Go é a solução ideal para cultivadores amadores que querem utilizar vasos muito grandes ou simplesmente manter vários vasos mais pequenos, regados a partir de um único reservatório de solução nutritiva.
  • O Easy2Go kit inclui tudo o que é necessário para ligar o sistema a qualquer reservatório de água.
  • Só precisa de um recipiente para água com capacidade mínima de 30 litros e de um tabuleiro de jardim plano com profundidade mínima de 30 mm.

EASY2GOOOOOOOOO

FlexiTank e FlexiTank PRO

Se procura um reservatório para um sistema hidropónico maior, escolha o FlexiTank. Porquê? Além de ser uma abordagem revolucionária ao armazenamento de água, incluindo água da chuva, e de ser o reservatório dobrável mais vendido do mundo — o que, naturalmente, terá as suas razões —, importa destacar sobretudo as seguintes características destes reservatórios flexíveis únicos:

  • Estrutura e revestimento leves, mas resistentes. 
  • Montagem fácil em apenas alguns minutos. Não são necessárias ferramentas adicionais para montar e colocar o reservatório em funcionamento.
  • Custos de armazenamento e transporte mais baixos.
  • Elevado nível de estanquidade.
  • Uma vasta gama de formatos para todos os espaços de cultivo. Os reservatórios flexíveis FlexiTank estão disponíveis com capacidades entre 25 e 1000 litros. Os reservatórios mais pequenos, de 25 e 50 litros, cabem praticamente em qualquer lugar onde seja necessário um reservatório de água de qualidade. Estas versões são fabricadas para que nenhum espaço de cultivo seja demasiado pequeno para os sistemas hidropónicos Autopot.

FLEXITANKuvodka

Os clientes mais exigentes poderão preferir a gama melhorada FlexiTank PRO, que se destaca pela combinação de design sóbrio, forma perfeita e funcionalidade. Os “Flexitanks profissionais”, com acabamento claro, oferecem ainda mais possibilidades aos cultivadores, independentemente do clima, pelo que são especialmente indicados para o cultivo no exterior. Os reservatórios dobráveis de água FlexiTank PRO oferecem as seguintes vantagens:

  • São refletores e opacos à luz.
  • Têm uma estrutura ultrarresistente que elimina o risco de tombarem.
  • Apresentam marcações da capacidade interior e suportes ocultos (ver imagem).
  • Quando dobrados, cabem numa caixa pequena (ver imagem).

FLEXITANKPROOOO

Os reservatórios dobráveis de água da versão PRO estão disponíveis em três tamanhos:

Mantenha a solução nutritiva no reservatório com os valores corretos durante mais uma semana!

Conhece o agitador de água para reservatórios? É um acessório que os cultivadores experientes dificilmente dispensam na hidroponia. Além de evitar a degradação da solução de rega, o agitador de água para reservatórios também favorece a sua oxigenação.

autopotmichadlo

Os acessórios originais AutoPot estão disponíveis

O sortido da marca britânica AutoPot inclui também todos os acessórios que podem ser úteis no cultivo de plantas com hidroponia.

A escolha número um para rega no interior e no exterior

Para terminar, recordamos o que referimos no início. Todos os sistemas de rega AutoPot não consomem energia e, para funcionarem, não precisa realmente de bombas, temporizadores ou quaisquer outros dispositivos. Além disso, pode deixá-los sem supervisão durante várias semanas. Tudo o que precisam para funcionar é da pressão da gravidade proveniente do reservatório de água. Em suma, cultivo sem consumo de energia. Foi por isso que a gama da AutoPot ultrapassou gradualmente os restantes líderes de mercado e que os cultivadores ficam cada vez mais satisfeitos com cada colheita!

AUTOPOTminilogo

AUTOPOT RECOMENDA

AutoPot Airdome ajuda a oxigenar melhor a zona radicular. É um acessório económico e indispensável para os sistemas AutoPot, cuja utilização pode aumentar os rendimentos até 130%! Além disso, monta-se em menos de meio minuto.

aAIRDOME

O fabricante britânico recomenda os fertilizantes holandeses Biotabs a todos os cultivadores que preferem a nutrição natural das plantas. Com Biotabs, os nutrientes são fornecidos diretamente aos vasos e o reservatório é enchido apenas com água tratada.

Estes produtos são muito interessantes por si só e, além disso, combinam na perfeição com os sistemas de rega da marca AutoPot. O mesmo se aplica também às marcas Canna e BioBizz. A AutoPot mantém também uma parceria de longa data com a BudBox, a principal fabricante britânica de tendas de cultivo. A AutoPot também é parceira da Lumatek, uma escolha evidente para iluminação artificial, por exemplo, num growbox BudBox.

Teremos todo o gosto em ajudar a escolher, entre a vasta gama AutoPot, o equipamento mais adequado aos seus planos e necessidades de cultivo. Por isso, não hesite em colocar-nos qualquer questão através do endereço conhecido info@higarden.eu.

Recomendamos também estes produtos:

O que ler a seguir:

 

 

Prepare-se para a colheita de outono

As nossas plantinhas estão a aproveitar os últimos raios de verão e o aroma da colheita a amadurecer já paira no ar. A colheita está próxima e todo o esforço despendido poderá finalmente começar a dar frutos. Para tirar o máximo partido da colheita, vai precisar das ferramentas certas. Apresentamos-lhe produtos comprovados e dicas para colher como um profissional.

Tesouras

Tesouras de jardinagem de qualidade com ponta fina devem fazer parte do equipamento básico de qualquer cultivador. São úteis não só na colheita, mas também para podar e dar forma às plantas ou para fazer clonagem. Gostaríamos de salientar que, neste caso, as tesouras de papel ou de manicura não são uma alternativa adequada, a menos que queira acabar com uma inflamação do túnel cárpico. Para trabalhos pesados (caules grossos, folhas grandes), são adequadas as tesouras de jardinagem grandes com mola, que pode escolher com lâminas direitas ou curvas. Para os retoques delicados e o trimming, o melhor é utilizar tesouras de poda ou Mini Clippers.

Equipamento de proteção

A resina de algumas plantas pode provocar uma ligeira reação alérgica quando entra em contacto direto com a pele, semelhante a uma queimadura de urtiga. Proteja as mãos durante a colheita e ao manusear as plantas, utilizando luvas descartáveis de nitrilo ou de vinilo. Também é aconselhável usar vestuário comprido que cubra os antebraços e, se a época tiver sido produtiva e tiver pela frente uma verdadeira selva para desbravar, talvez também lhe seja útil um fato de proteção. Por fim, aqui fica uma dica secreta. A resina pode ficar agarrada a qualquer superfície e a forma mais fácil de a remover das ferramentas, das mãos ou do vestuário é utilizar álcool etílico puro.

Colheita e trimming

A maioria dos cultivadores não aproveita as plantas inteiras e, durante a colheita, tem de separar as partes úteis (flores) das que serão utilizadas de outra forma ou descartadas (caules, folhas). Durante o trimming (limpeza), o objetivo é remover todas as folhas excedentárias do produto final, o que melhora a qualidade e ajuda a evitar o aparecimento de bolor durante a secagem. As flores podem ser limpas antes de secarem (trimming húmido) ou depois da secagem (trimming seco). Em ambos os casos, terá pela frente várias horas de trabalho com tesouras e, se quiser poupar as costas, vale a pena investir num tabuleiro de trimming, que também recolhe a preciosa resina que cai das flores durante a colheita. Para os cultivadores com maiores colheitas e para quem prefere poupar trabalho, existem os aparadores mecânicos e os trimbags, que fazem uma boa parte do trabalho por si.

Secagem

Quando são secas corretamente, as ervas conservam a sua potência, aroma e propriedades medicinais mesmo durante um armazenamento prolongado, sem risco de formação de bolor ou de deterioração. O melhor local para secar ervas ou cogumelos é uma divisão escura e bem ventilada, com uma temperatura de cerca de 20 °C e uma humidade do ar de aproximadamente 40-50 %.  Tenha cuidado com o pó ou outras impurezas, que podem comprometer o produto final. As redes de secagem são práticas e garantem uma secagem uniforme do material. Se estiver a tratar da colheita em casa e o odor desagradável, que pode incomodar quem está à sua volta, for um problema, seque a colheita numa tenda de cultivo, com ventilação assegurada por um ventilador com filtro de carvão para odores.

Armazenamento

Em condições adequadas, as flores demoram cerca de duas semanas a um mês a secar suficientemente e a ficar prontas para o armazenamento. Para que as suas ervas mantenham o aroma, recomendamos que as guarde num local fresco e escuro, em frascos com tampa hermética, que deve abrir regularmente (pelo menos uma vez por semana) durante alguns minutos, para libertar o excesso de humidade. Desta forma, evita a formação de bolor e a degradação do material seco. Para preservar a qualidade, é importante que o material vegetal não seque completamente. Para manter a humidade adequada, utilize saquetas Integra Boost ou Boveda.

E algo mais: como extrair resina

Alguns cultivadores procuram constantemente formas de intensificar ainda mais o prazer que o aroma das ervas lhes proporciona. Para quem procura desfrutar de um perfil terpénico puro, existe a extração de resina, que permite obter concentrados de qualidade, como rosin, entre outros. Existem vários métodos de extração, como a peneiração mecânica ou a utilização de solventes (DME e outros), mas a separação por água é, sem dúvida, a forma de obter o produto mais puro. Este método consiste em mergulhar em água fria o material seco rico em resina, onde as glândulas de resina, chamadas tricomas, se separam do material vegetal. Em seguida, os tricomas são recolhidos numa série de redes com orifícios microscópicos. Para começar, basta ter sacos para extração com água Urban Bubble Bags e alguns baldes. Se quiser poupar o trabalho de mexer e obter o máximo do material seco, recomendamos que utilize uma máquina de separação de pólen.

Lamenta que a época de cultivo esteja a chegar ao fim e preferia cultivar durante todo o ano? Experimente o cultivo interior de plantas sob iluminação artificial. Saiba como fazê-lo no nosso blogue da Higarden!

Germinação em interior de A a Z

Quer opte pela germinação em interior de ervas aromáticas, legumes, Microgreens ou espécies de plantas ornamentais ou medicinais, o seu sucesso dependerá das condições ambientais que proporcionar às sementes. Uma vantagem indiscutível do cultivo em interior é ter controlo absoluto. Nas linhas seguintes, ensinamos-lhe a tirar partido disso e a germinar com uma taxa de sucesso de 100%a_a_a_chilli_predpest_sokrajem.

Ao contrário da sementeira diretamente no solo, no exterior, em que o sucesso depende da natureza, no cultivo em interior é você quem controla as condições. Graças às tendas de cultivo (ou, em alternativa, aos propagadores), pode manter as sementes em germinação em condições ideais. Consideramos germinação em interior:

  • germinação numa miniestufa de plástico junto à janela (adequada a espécies menos exigentes)
  • germinação numa miniestufa de plástico, dentro de uma tenda de cultivo e sob iluminação artificial (adequada à maioria das espécies)
  • germinação diretamente numa tenda de cultivo ou num propagador, sob iluminação artificial e sem utilizar uma miniestufa de plástico (adequada à maioria das espécies, sendo necessário utilizar um humidificador para manter a humidade)

A NOSSA SUGESTÃO: Quer começar a germinar em interior, fazer pré-cultivo ou cultivar Microgreens, mas não sabe que equipamento escolher? Consulte os nossos conjuntos completos para o pré-cultivo em interior e a propagação de plantas.

Fatores que influenciam a germinação

  • A temperatura é um dos fatores ambientais mais importantes que influenciam a germinação das sementes. A maioria das sementes de plantas destinadas ao cultivo em interior tem um intervalo de temperatura específico para germinar. Estes valores variam de espécie para espécie, mas a grande maioria germina melhor a temperaturas entre 15 e 30 °C (consulte a embalagem das sementes para obter informações mais precisas).
  • A água é outro recurso indispensável para as sementes, sem o qual não podem germinar. Quando as sementes entram em contacto com um ambiente húmido, incham e a casca exterior amolece e abre-se para dar espaço ao rebento. A água também é importante para ativar as enzimas no interior da semente e libertar os nutrientes armazenados, dos quais as plantas se alimentam nos primeiros dias, quando ainda não conseguem realizar a fotossíntese.
  • A luz é um importante fator ambiental, cuja relevância varia de espécie para espécie. Algumas sementes precisam de luz para germinar, enquanto outras necessitam de escuridão total. No entanto, todas as sementes precisam de luz assim que germinam.

Como germinar em interior: guia detalhado

1) Escolha o meio de cultivoEPkostka2

A escolha do meio adequado para a germinação das sementes depende sobretudo da sua técnica de cultivo. Em geral, os meios de cultivo feitos de materiais orgânicos (terra, turfa, coco) são mais adequados para o cultivo tradicional de plantas, ou seja, em terra ou em substrato de coco. Na hidroponia ou no cultivo em substratos inertes (lã de rocha, perlite, vermiculite, argila expandida), é preferível germinar em meios estéreis ou em água.

  • Os substratos de sementeira à base de terra são adequados para o cultivo em misturas de terra ou substratos de coco.
  • Os substratos de coco combinam as vantagens das misturas orgânicas à base de terra e dos substratos hidropónicos. São adequados para germinar sementes de plantas cultivadas em terra, em coco e em hidroponia.
  • Os cubos de propagação e os Jiffy, feitos de turfa, coco e outros materiais orgânicos, foram concebidos para caberem facilmente nos tabuleiros de propagação, poupando trabalho e espaço. São úteis no cultivo em terra, em coco e em hidroponia.
  • Os cubos de propagação de lã mineral (lã de rocha), de vários tamanhos e formatos, são mais adequados ao cultivo de plantas em hidroponia e em substratos inertes, mas também podem ser utilizados para germinar sementes destinadas ao cultivo em misturas de terra.
  • A perlite e a vermiculite são meios estéreis feitos de rocha expandida, utilizados como aditivo para a terra, mas também adequados para a germinação de sementes, sobretudo no cultivo hidropónico.

 2) Humedeça o substrato de cultivo

Ao germinar em misturas de terra e em coco, é necessário humedecer bem o substrato primeiro. Pode testar facilmente a humidade da terra ou do substrato de coco apertando uma pequena quantidade com firmeza na palma da mão. Se apenas caírem algumas gotas de água por entre os dedos, a humidade está no ponto.

Os cubos de propagação de coco (Jiffy), a perlite, a vermiculite e os cubos de lã mineral só precisam de ser mergulhados em água antes de serem utilizados. Se quiser que a germinação decorra num ambiente tão estéril quanto possível, pode utilizar uma solução fraca (0,5%) de peróxido de hidrogénio em vez de água. Desta forma, evita a queda dos rebentos e o apodrecimento dos caules, causados por fungos parasitas.

Também pode utilizar chás de composto que contêm microrganismos benéficos, protegem as plantas contra bolores perigosos, aceleram a absorção de nutrientes e promovem o vigor das plantas. Para inocular, basta mergulhar as sementes no chá de composto preparado antes de as plantar no substrato. Atenção: o tratamento do meio com uma solução de peróxido de hidrogénio e a imersão das sementes em chá de composto são incompatíveis, pois o produto químico elimina os microrganismos benéficos.

A NOSSA SUGESTÃO: Como alternativa ao peróxido de hidrogénio, pode utilizar o produto Purolyt.

3) Encha o recipiente de cultivo com substratoa_BB_KOKOSabstract

Para germinar sementes em terra ou em substrato de coco, utilize vasos pequenos. Se quiser facilitar o transplante, pode escolher vasos feitos de materiais biodegradáveis. Comece por encher o recipiente até dois terços e bata-lhe ligeiramente com o fundo contra a mesa, para assentar o substrato. Por fim, encha-o até à borda e calque ligeiramente o substrato com a mão.

Os cubos de propagação de coco e os cubos de lã mineral devem ser dispostos num tabuleiro de propagação. Também pode optar por práticos tabuleiros de propagação feitos de materiais biodegradáveis. Se os colocar soltos num prato ou num propagador, as plantas poderão tombar depois de germinarem e os caules poderão partir-se.

4) Plante as sementes no meio de cultivo

Agora pode começar a plantar. As diferentes espécies de plantas têm necessidades de germinação distintas. Algumas sementes podem precisar de um período de frio (estratificação) ou de uma imersão mais prolongada antes de germinarem. Salvo indicação em contrário, plante as sementes a uma profundidade equivalente a duas ou três vezes o seu comprimento.

Se estiver a cultivar várias espécies ou variedades ao mesmo tempo, é boa ideia identificar bem as sementes durante a plantação.  Para este efeito, são práticos os marcadores de plástico rígido.

5) Mantenha a humidade e a temperatura adequadas

Assim que plantar as sementes num substrato húmido, começa o processo de germinação. Nesta fase, é importante manter a temperatura, a humidade e a intensidade da iluminação adequadas no espaço de cultivo. Estes fatores variam consoante a espécie, mas, em geral, a maioria das espécies cultivadas em interior precisa de temperaturas entre 15 e 30 °C e de uma humidade do ar elevada para germinar.

A NOSSA SUGESTÃO: Os tapetes térmicos são uma excelente ajuda no cultivo de espécies que precisam de temperaturas elevadas para germinar.

A forma mais simples de manter o microclima adequado é utilizar uma pequena estufa de plástico para proteger as sementes em germinação. Depois, pode colocá-la numa growbox, no parapeito de uma janela ou noutro local adequado. Em alternativa, pode aumentar a humidade em todo o espaço de cultivo com um humidificador, o que é especialmente adequado quando se germina um grande número de sementes ao mesmo tempo (por exemplo, no cultivo de Microgreens).

Verifique diariamente a humidade do substrato e, se lhe parecer demasiado seco, humedeça-o com água limpa, utilizando um pulverizador. Não é boa ideia regar diretamente as sementes em germinação, pois poderiam ser arrastadas para a superfície. As sementes deverão germinar de acordo com as características da espécie. As sementes mais recentes germinam mais depressa do que as antigas ou as que foram mal armazenadas, que podem nem sequer germinar.

6) Proporcione luz às plantasLBAR1

As plantas precisam de luz para viver, incluindo as sementes em germinação e as que acabaram de germinar. Muitos cultivadores germinam as sementes numa estufa de plástico junto à janela, uma boa solução para espécies menos exigentes ou plantas destinadas a serem plantadas no exterior. No entanto, para o cultivo em interior, é preferível começar logo sob iluminação artificial. Assim, garante que as plantas recebem luz suficiente desde os primeiros dias, acelera o seu crescimento e evita que os caules cresçam demasiado alongados.

As luzes de cultivo para germinação e iluminação de plântulas têm uma potência inferior e emitem um espectro luminoso adequado à fase de crescimento. A escolha do formato e do tamanho certos depende sobretudo do número de plantas que pretende cultivar.

A altura a que se suspendem as luminárias de cultivo para germinação e plântulas depende da intensidade da luz emitida. Seguem-se valores indicativos para a altura de suspensão das luzes de cultivo para germinação e plântulas, de acordo com a potência:

  • para luzes destinadas à germinação e a plântulas, com potência até 120 W - 10 a 40 centímetros acima do topo das plantas
  • para luzes de cultivo LED com potência entre 120 W e 1000 W – 60 a 90 centímetros acima do topo das plantas

O fotoperíodo (número de horas de iluminação ininterrupta num período de 24 horas) depende da espécie cultivada, mas, para a maioria das plantas, situa-se entre 12 e 16 horas por dia. A forma mais simples de controlar o acender e o apagar das luzes é utilizar temporizadores ajustáveis.

7) Prepare as plântulas para a fase de crescimento

A fase de germinação termina assim que surgem na superfície do substrato as duas primeiras folhas cotiledonares pequenas. Se germinou as sementes em vasos, as plantas acabadas de nascer deverão ter espaço suficiente para as raízes durante os primeiros dias ou semanas (consoante a espécie), pelo que não é necessário transplantá-las imediatamente. Se as sementes germinaram em Jiffy ou em cubos de propagação, as plantas terão de ser transplantadas alguns dias após a germinação.

A germinação em interior pode ser um desafio, mas acreditamos que, com os nossos conselhos, está preparado para esta tarefa. Não se esqueça de que ninguém nasce ensinado e, se tiver algum problema a escolher a técnica ou precisar de outros conselhos, não hesite em contactar-nos. Para mais conselhos úteis, visite o nosso blogue Higarden.

Controles de listagem

83 total de itens