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Que películas refletoras funcionam melhor no espaço de cultivo? As brilhantes ou as mate?

Ultimamente, temos observado uma tendência marcante no cultivo indoor de plantas, relacionada com a película refletora, mais precisamente com a cor e o acabamento da superfície do material refletor nas paredes interiores de um growbox ou de uma sala de cultivo. Muitos cultivadores preferem, ou pelo menos acreditam que o melhor material refletor é branco e mate. Por isso, leia porque é que os materiais refletores diamantados, em mylar e brilhantes são, de um modo geral, a melhor opção para qualquer espaço de cultivo.

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Muitos cultivadores pensam que a cor branca, mais precisamente o branco mate, é sempre a melhor opção para o interior de uma sala de cultivo. Para esclarecer esta questão de uma vez por todas, foi necessário testar vários tipos de iluminação de cultivo em espaços de cultivo com diferentes configurações e dimensões. O resultado poderá surpreender muitos.

Os ensaios independentes mostram que o branco mate nas superfícies refletoras é tão eficaz no interior dos espaços de cultivo como o revestimento refletor normal que é habitual encontrar nas tendas de cultivo, como é o caso, entre muitos outros, do bestseller Mammoth Pro+ 120, com material refletor interior 600D Mylar.

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Na prática, o branco mate não é, portanto, melhor do que a película refletora prateada para o cultivo indoor de plantas. Desta vez, a solução mais simples e económica é também, simplesmente, a melhor: mylar prateado normal. Eis mais três sugestões de películas refletoras que, na prática, são comprovadamente mais eficazes do que a versão branca mate:

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Vantagens da película refletora prateada e da película refletora diamantada

Em ambos os casos, trata-se de uma superfície refletora de elevada qualidade e comprovada eficácia, que não enruga e, sobretudo, direciona a radiação luminosa de forma eficaz. Isto significa que a radiação luminosa proveniente de uma lâmpada de descarga ou de outra fonte de iluminação artificial é refletida pela parede da tenda de cultivo ou da sala e direcionada para baixo; no caso de um growbox, para a base da tenda. Como demonstram os resultados dos testes independentes, uma desvantagem da superfície refletora branca mate é que reflete a radiação luminosa em todas as direções.

Este facto é também ilustrado de forma clara pelas fotografias dos testes às superfícies refletoras na versão diamantada (fig. 1) e branca (fig. 2). A fonte de luz está à direita e, à esquerda, encontra-se um sensor PAR. As cruzes simulam as copas das plantas no interior da tenda.

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Consegue ver a diferença?

  • Quando a luz incide sobre uma superfície branca mate, é difundida, ou seja, emitida em todas as direções. Muita luz é então refletida de volta para a parte superior da tenda, onde não é útil para as plantas, pelo que a sua energia se perde. Confirma-se, assim, que, quando utilizamos uma película branca mate, desperdiçamos literalmente luz na tenda.

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  • E agora, a melhor opção. Quando a luz é refletida por uma superfície de mylar prateado ou por uma película diamantada, é direcionada para baixo, para as copas das plantas. Isto significa que a grande maioria da luz que incide nas paredes laterais da tenda de cultivo ou da sala é encaminhada exatamente para onde deve: para a área de cultivo, onde a energia luminosa é aproveitada ao máximo para o desenvolvimento saudável das suas plantas.

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As imagens são de uma experiência elegante e convincente, que pode ver na íntegra no vídeo. Para poupar tempo, revelamos-lhe desde já que tipo de superfície refletora será mais eficaz, ou seja, permitirá distribuir a luz uniformemente pela tenda e, ao mesmo tempo, direcioná-la para as plantas em crescimento. Se quiser fazer-nos alguma pergunta, não só sobre películas refletoras, estamos à sua disposição no endereço de e-mail habitual: info@higarden.eu. Teremos todo o gosto em responder às suas perguntas!

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Como utilizar soluções de calibração e medidores de pH?

Um pH medidor é uma ferramenta muito útil e, ao mesmo tempo, a mais precisa disponível para testar os valores de pH, que nos permitem determinar se uma determinada solução é ácida ou, pelo contrário, alcalina. Para poder confiar na precisão das medições do seu pH medidor, é necessário calibrá-lo com frequência suficiente. Para isso, utilizam-se soluções de calibração, que não só ajudam a garantir resultados de medição corretos, como também prolongam a vida útil dos medidores.

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Calibre com frequência

Antes de mais, importa salientar que não existe uma resposta universal à questão de com que frequência se deve calibrar um medidor de pH. Cada fabricante tem um aparelho ligeiramente diferente e, por conseguinte, também o procedimento varia. Por isso, recomendamos sempre que leia atentamente as instruções de utilização fornecidas pelo fabricante. Esse é o melhor ponto de partida. A frequência da calibração depende também do nível de precisão exigido para as medições. O ideal é calibrar todos os dias, ou seja, antes de cada medição.

Preparação do medidor de pH para calibração

  • Ligue o medidor de pH.

Com este primeiro ponto, voltamos a destacar a importância das instruções de utilização de cada aparelho de medição de pH. Entre outras coisas, ficará a saber o tempo exato necessário para o aparelho aquecer até à temperatura de funcionamento ideal. Depois de ligar o medidor de pH, este precisa normalmente de meia hora para aquecer. Só depois poderá começar a calibrá-lo e, em seguida, utilizá-lo.

  • Limpe o elétrodo.

Retire o elétrodo da solução de armazenamento e, em seguida, enxague-o com água destilada sobre um recipiente vazio para recolha de resíduos. Por vezes, o elétrodo pode estar muito sujo. Nestes casos, o manual do fabricante deverá indicar-lhe novamente uma solução segura. Depois de o enxaguar, seque cuidadosamente o elétrodo com um toalhete de limpeza. Evite esfregar demasiado o elétrodo, que tem uma membrana muito sensível à sua volta. Não se esqueça de que precisa de recipientes diferentes para enxaguar e calibrar o medidor de pH (ou seja, um recipiente para resíduos e outro para calibração).

Para calibrar o medidor de pH, normalmente precisará de mais do que uma solução tampão. Para garantir o funcionamento correto do medidor de pH, utilizam-se normalmente duas soluções tampão, uma vez que concentrações diferentes produzem resultados diferentes. A primeira será uma solução tampão “neutra” com pH 7. A mais vendida é a Growth Technology pH BUFFER 7. O pH da segunda solução de calibração deve aproximar-se do pH esperado da amostra. Ou seja, deve ser pH 4 ou pH 9,21. As soluções tampão com pH mais elevado (9,21) são as mais indicadas para medir bases, enquanto as soluções tampão com pH mais baixo (4) são as mais adequadas para medir amostras ácidas. Uma vez que o pH correto do substrato se situa entre 6,5 e 7,0 e, no caso do cultivo hidropónico, o valor ideal é ainda mais baixo (entre 5,5 e 6,5), enquanto cultivador só lhe interessará a primeira das duas opções mencionadas, por exemplo, mais uma vez, a mais popular da Growth Technology. O procedimento em que utiliza duas soluções de calibração, uma para calibrar a pH 7 e outra para pH 4, chama-se calibração de dois pontos e é mais preciso do que a calibração de um ponto (apenas a pH 7).

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Os valores de pH dependem da temperatura. Por isso, certifique-se de que as soluções tampão atingem a mesma temperatura que o medidor de pH. Em seguida, verta as soluções tampão para recipientes de calibração individuais. As soluções tampão devem ser mantidas no recipiente de calibração durante, no máximo, duas horas. 

Calibração do medidor de pH

  • Introduza o elétrodo na solução tampão com pH 7 e comece a fazer a leitura.

Prima o botão “medir” ou “calibrar” e comece a fazer a leitura do pH assim que o elétrodo estiver mergulhado na solução de calibração. Primeiro, aguarde até o valor de pH estabilizar (1-2 minutos).

  • Ajuste o pH.

Assim que obtiver uma leitura estável, ajuste o medidor de pH para o valor de pH da solução tampão, premindo novamente o botão de medição. Ajustar o medidor de pH depois de a leitura estabilizar permite obter leituras mais precisas e afinadas. Não é necessário mexer a solução tampão antes da medição, mas, se o fizer, não se esqueça de mexer todas as outras soluções tampão e amostras da mesma forma.

  • Enxague o elétrodo com água destilada e seque-o.

Um toalhete de limpeza que não liberte fibras também facilitará a secagem cuidadosa do elétrodo.

  • Introduza o elétrodo na solução tampão adequada à amostra e comece a fazer a leitura.

Assim que o elétrodo estiver colocado na solução tampão, inicie a “leitura” do valor de pH premindo o botão de medição.

  • Ajuste o pH uma segunda vez.

Assim que a leitura estabilizar, ajuste o medidor de pH para o mesmo valor de pH da solução de calibração, premindo o botão de medição.

  • Enxague o elétrodo.

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Utilização correta do medidor de pH

  • Introduza o elétrodo na amostra e inicie o processo de medição.

Assim que o elétrodo estiver colocado na amostra, prima o botão de medição e mantenha o elétrodo na amostra durante cerca de 1-2 minutos.

  • Determine o valor de pH.

Assim que a leitura estabilizar, prima o botão de medição. Este é o valor de pH da sua amostra!

  • Limpe o elétrodo após a utilização.

Enxague o elétrodo com água destilada ou desionizada. Também pode secá-lo cuidadosamente com um toalhete de limpeza que não liberte fibras. Na prática, porém, recomenda-se antes que utilize o toalhete de limpeza apenas para absorver as gotas de água em excesso. A utilização de um toalhete comum pode gerar uma carga estática que interfere com a leitura do elétrodo.

Que outras boas práticas deve seguir ao medir o pH?

  • Limpeza regular do elétrodo: Utilize soluções de limpeza para elétrodos de pH de qualidade para evitar erros de calibração e medição, uma vez que, durante a medição do pH, se vão formando depósitos no elétrodo que cobrem o vidro de medição.
  • Verifique o elétrodo de vez em quando: Verifique se está danificado, uma vez que a sensibilidade do vidro diminui com o tempo. Mesmo os danos mais pequenos no elétrodo provocam medições incorretas, pelo que deve prestar a devida atenção ao seu estado.
  • Nível de eletrólito adequado: O eletrólito sai continuamente através das junções cerâmicas. Um nível baixo de eletrólito também pode provocar medições imprecisas, embora isso não se aplique aos elétrodos não recarregáveis. Recomenda-se que o nível de eletrólito fique, no máximo, 1 cm abaixo da ponta do elétrodo.
  • Imersão correta do elétrodo: Certifique-se sempre de que tanto o vidro sensor como a junção de referência do elétrodo ficam devidamente mergulhados no eletrólito. Caso contrário, basta adicionar ao recipiente uma quantidade adequada da amostra para que o elétrodo fique completamente submerso.

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Na maioria dos casos, quanto mais sofisticado for o aparelho de medição de pH, mais cómoda e simples será a sua calibração. Um exemplo disso é o medidor combinado pH/EC Bluelab Guardian Monitor, equipado com um prático botão para calibrar o pH.

Além das soluções de calibração de pH, também se utilizam EC soluções de calibração. Os clientes preferem geralmente soluções de calibração de EC CONDUCTIVITY STANDARD da marca Growth technology ou as soluções da conceituada empresa Milwaukee. Importa, no entanto, referir que, enquanto alguns medidores de pH precisam de ser calibrados praticamente todos os dias, o consumo de soluções de calibração de EC é bastante menor, uma vez que os medidores de EC conseguem permanecer bastante tempo sem calibração, ao contrário dos medidores de pH, e alguns monitores de EC mais avançados nem sequer precisam de ser calibrados.

Se precisar de mais informações sobre soluções de calibração e medidores de pH, teremos todo o gosto em fornecê-las, por exemplo, através do endereço de e-mail habitual info@higarden.eu. Aguardamos as suas perguntas!

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Vai desligar o growbox no verão? Vamos explicar-lhe como evitar que tenha de o fazer!

Embora a Europa Central não seja propriamente o Sara, muitos cultivadores de interior são obrigados a desligar o espaço de cultivo durante os meses quentes de verão. As plantas cultivadas em interior desenvolvem-se melhor à temperatura ambiente e, embora consigam resistir a períodos curtos de calor mais extremo, a sua saúde e produtividade acabam por ser significativamente afetadas. Em última análise, pode nem compensar ao cultivador ligar o equipamento. Mas como preparar o espaço de cultivo para poder cultivar verdadeiramente durante todo o ano?

Substitua as lâmpadas de descarga antigas por iluminação LED

Se ainda utiliza lâmpadas de descarga (HPS, MH), o verão é a altura ideal para mudar para luzes LED de cultivo. As lâmpadas de descarga emitem muito calor e convertem até 70% da energia consumida em radiação infravermelha, que aquece diretamente o espaço de cultivo e não contribui de forma alguma para o crescimento das plantas. As luminárias LED consomem menos energia e produzem o mínimo de calor, o que reduz significativamente a temperatura no espaço de cultivo. Além disso, poupará na fatura da eletricidade, uma vez que, em comparação com as lâmpadas de descarga, os díodos LED convertem muito mais energia fornecida em radiação fotossinteticamente eficaz no espetro PAR.

Dica profissional: Se mantém as luzes acesas durante o dia e tem dificuldade em lidar com as temperaturas elevadas no espaço de cultivo, experimente iluminar as plantas à noite, quando está mais fresco.

Melhore a ventilação e a circulação do ar no espaço de cultivo

É evidente que, quanto melhor e mais rapidamente conseguir extrair o ar quente do espaço de cultivo, mais fresco estará no interior. No entanto, antes de comprar equipamento novo, comece por verificar o que já tem. Os filtros de carvão e os ventiladores obstruídos, bem como condutas e ligações com fugas, são causas frequentes de problemas de extração do ar. Se isso não ajudar, experimente o seguinte:

  • Aumente a potência de extração: Verifique se o seu ventilador consegue suportar a carga acrescida. Talvez esteja na altura de escolher um modelo mais potente.
  • Mantenha uma pressão negativa no growbox: Idealmente, a potência de extração deverá criar uma ligeira pressão negativa na tenda de cultivo. Pode reconhecê-la pelas paredes do growbox, que ficam “encovadas”.
  • Adicione ventiladores de circulação: Os ventiladores de circulação não só ajudam as plantas a desenvolver caules fortes, como também evitam a acumulação de ar quente num só lugar.

Também poderá interessar-lhe: Onde e como posicionar corretamente os ventiladores no espaço de cultivo

Ar condicionado e arrefecimento

Se já experimentou todas as sugestões acima e ainda precisa de baixar um pouco a temperatura no growbox, está na altura de recorrer ao ar condicionado. As unidades de ar condicionado têm custos de funcionamento relativamente elevados, por isso, utilize-as de forma eficiente. Expulse sempre o ar quente da unidade de ar condicionado para o exterior ou para outra divisão. Utilize temporizadores e termóstatos para que o ar condicionado funcione apenas quando for absolutamente necessário.

Suplementação de CO₂

Embora, para a maioria dos cultivadores, o melhor seja procurar manter as temperaturas no growbox em valores ideais, em determinadas circunstâncias estas podem ser uma vantagem. Falamos, mais concretamente, da suplementação da atmosfera no espaço de cultivo com dióxido de carbono. As plantas utilizam CO₂ durante a fotossíntese, processo no qual absorvem luz e a convertem em energia sob a forma de glicose. Uma concentração mais elevada de dióxido de carbono permite às plantas realizar a fotossíntese a temperaturas mais altas. Em condições normais, o ar contém cerca de 400 ppm de CO₂, o que permite às plantas realizar a fotossíntese de forma eficaz a temperaturas entre 25 e 30 °C.  Verificou-se que, se o teor de CO₂ aumentar para 1935, esta temperatura pode subir até aos 36 °C.

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VIPARSPECTRA e o cultivo com LED — sem dúvida, uma boa ideia!

Após uma semana, está novamente na altura de explorar em pormenor a gama da nossa loja. Hoje vamos destacar a popular iluminação LED da marca americana Viparspectra. As luminárias LED, tecnologicamente avançadas, leves e, ao mesmo tempo, acessíveis, chegaram nos últimos anos ao topo das listas de produtos mais vendidos de muitos revendedores em todo o mundo. Entre outras, o fabricante trabalha em estreita colaboração com as marcas SAMSUNG e MEAN WELL. Investe fortemente na sua própria investigação, com o objetivo de melhorar, graças ao progresso tecnológico, a experiência de cultivo de ervas aromáticas, fruta e legumes no conforto de casa, para o maior número possível de clientes. Descubra como conseguiu conquistar, ao longo dos últimos dez anos, mais de 20 milhões de cultivadores de todo o mundo e com diferentes níveis de experiência!

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A Viparspectra também é um sucesso por cá. A prova disso é a luminária LED mais vendida, o modelo ViparSpectra PRO Series P600, de que também falaremos mais adiante. Mas, antes de mais, vamos resumir brevemente o que os modelos e as diferentes gamas de iluminação LED da Viparspectra têm em comum:

  • A taxa de avarias da iluminação LED ViparSpectra é inferior a um décimo de ponto percentual, um resultado verdadeiramente impressionante, tendo em conta a enorme capacidade de produção. A título de curiosidade, podemos referir que as fábricas da Viparspectra, totalmente automatizadas e recentemente alvo de uma dispendiosa modernização, ocupam uma área equivalente a cerca de três campos de futebol.
  • A Viparspectra tem uma equipa própria de investigação e desenvolvimento, composta por verdadeiros especialistas. Com 180 especialistas na equipa, o fabricante americano controla inteiramente o desenvolvimento de cada lâmpada de cultivo de alta tecnologia. O objetivo é ambicioso: ultrapassar gradualmente toda a concorrência. Por isso, os produtos são sujeitos a testes extensivos, o que também se reflete nas importantes certificações (EC, UL). À excecional fiabilidade destas luminárias LED podemos acrescentar também uma longa vida útil. Cerca de 5 vezes superior à das lâmpadas de descarga! 
  • Placa resistente à água e um sistema de arrefecimento perfeitamente concebido 
  • O terceiro ponto está relacionado com as vantagens gerais da iluminação LED, entre as quais se incluem:
    • Espectro luminoso completo, que permite utilizar uma única fonte de iluminação artificial durante todo o ciclo de cultivo. Assim, as plantas recebem luz adequada à fase de vida em que se encontram, favorecendo um crescimento rápido e um desenvolvimento completo. Isto significa um espectro luminoso que vai do infravermelho (730 nm) até quase ao ultravioleta (todos os comprimentos de onda).
    • Baixa emissão de calor. Como a iluminação LED moderna, incluindo as lâmpadas de cultivo da Viparspectra, emite apenas uma quantidade mínima de calor para o ambiente, mesmo os growboxes mais pequenos não atingem temperaturas demasiado elevadas, que poderiam prejudicar o desenvolvimento saudável das suas plantas.
    • A fonte de luz emitida por díodos LED potentes também pode ser colocada mais perto das plantas, permitindo aproveitar ao máximo o espaço de cultivo disponível. 
    • As lâmpadas LED ViparSpectra não poupam apenas espaço dentro da tenda de cultivo ou da sala de cultivo: distinguem-se também pelo baixo consumo de energia elétrica e pela elevada eficiência. Estas características também garantem que o investimento em iluminação LED de qualidade se amortize rapidamente. Por cada watt de potência absorvida, uma lâmpada LED produz cerca de 10 vezes mais luz do que uma lâmpada incandescente, cerca de 3 vezes mais do que uma lâmpada de descarga e até cerca de metade mais do que uma lâmpada fluorescente.
    • Convém ter em conta que, para cultivar com uma lâmpada de descarga, também precisa necessariamente de um balastro e de um refletor (refletor). Ao adquirir uma lâmpada LED compacta de espectro completo, deixa de ter estes custos, independentemente do preço a que consegue encontrar por cá as fiáveis e eficientes luminárias LED ViparSpectra. Por isso, são também uma escolha frequente entre os cultivadores principiantes, que, de outra forma, começariam por procurar a solução mais barata possível e suficiente para o início, para só mais tarde procurarem uma fonte de iluminação mais sofisticada. Com a ViparSpectra, até os principiantes podem evitar compromissos e proporcionar desde logo às suas plantas uma iluminação de espectro completo, com distribuição uniforme da luz e valores estáveis de PAR, que simulam os raios solares naturais para as plantas (tecnologia Sun-like). 

A nossa SUGESTÃO: Graças às suas qualidades inegáveis, as inovadoras lâmpadas LED a um preço acessível também fazem parte dos nossos vantajosos conjuntos de cultivo de 200 W e 100 W com iluminação LED.

  • A iluminação ViparSpectra permite também ajustar a duração da iluminação (ver fotoperíodo) de acordo com a espécie de planta cultivada. Na prática, isso permite aos cultivadores aumentar as colheitas até 50%! A imagem mostra em pormenor o botão flexível de regulação da intensidade luminosa dos díodos de uma luminária da gama XS (ver abaixo). Mas sabe qual é a melhor parte? O regulador de intensidade integrado, que permite ajustar a intensidade da radiação entre 15% e 100%, está incluído não só nos modelos mais caros e potentes, mas também no mais vendido: a ViparSpectra PRO Series P600. Agora, veja o preço. Sobretudo no início, quando comparada com as luminárias convencionais, não há muito a ponderar, concorda?

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Luzes de cultivo VIPARSPECTRA

Podemos agora avançar para uma análise detalhada das opções que a ViparSpectra oferece aos cultivadores para o cultivo de plantas em espaços indoor. Ambas as gamas de produtos demonstram claramente que, apesar da longa lista de vantagens, o investimento inicial em iluminação LED ViparSpectra não é de todo elevado.

Gama PRO (Pro Series)

As luzes de cultivo acima indicadas são as mais acessíveis da gama VIPARSPECTRA. Isso torna ainda mais surpreendente aquilo que recebe pelo seu dinheiro:

  • Como já foi referido, mais potência por watt significa poupar mais do que apenas alguns euros. A luz LED mais vendida, a P600, bem como as variantes ainda mais potentes, produz mais luz com menor consumo de energia. As plantas conseguem efetivamente aproveitá-la para o seu desenvolvimento nas diferentes fases da vida, desde a germinação, passando pelo crescimento e pela floração, até à maturação de frutos sumarentos. A elevada eficiência é assegurada por quatro tipos de díodos LED de alta qualidade da Samsung.

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  • Toda a gama PRO também dispõe de um potente controlador Sosen e de um sistema de arrefecimento bem concebido. 

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  • As luminárias LED da gama Pro incluem uma placa resistente à água, que lida facilmente com a humidade elevada no espaço de cultivo. Por isso, são totalmente compatíveis com qualquer ambiente de cultivo indoor. A proteção contra a água também aumenta, naturalmente, a vida útil geral da luminária.

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Gama XS (XS Series)

A gama XS é um passo à frente da gama PRO anterior. Tem mais 5% de potência e, ao mesmo tempo, permite poupar 5% no consumo de energia elétrica.  Ainda assim, mantém muitas das suas excelentes características: funcionamento perfeitamente silencioso, arrefecimento passivo cuidadosamente concebido e placa resistente à água. Então, o que oferece a gama XS a mais do que a gama PRO?

  • Díodos ainda melhores e mais recentes. A gama Pro utiliza díodos LM281B+, enquanto a gama XS conta com os díodos de cultivo “LED” LM301B, ainda mais avançados, com elevada eficiência energética e potencial para aumentar as suas colheitas até 50%!
  • Outra diferença é a presença de um controlador MEAN WELL de alta tecnologia, que proporciona aos cultivadores mais exigentes uma eficiência energética ainda maior na iluminação e um consumo elétrico mais baixo. Com uma utilização prolongada e um funcionamento contínuo e intensivo da luminária, garante um desempenho estável. Também contribui para uma longa vida útil, que ultrapassa as 100 000 horas de iluminação nas luminárias da gama XS. 

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Recomendamos vivamente todas as luminárias LED ViparSpectra. A descrição detalhada de cada luminária apresenta especificações técnicas completas e as pequenas diferenças entre as várias opções. 

A embalagem inclui sempre tudo o que é necessário para uma ligação simples e rápida no sistema Plug & Play. Se as lâmpadas LED da popular marca americana lhe despertaram o interesse e está a pensar juntar-se aos mais de 20 milhões de cultivadores satisfeitos, teremos todo o gosto em aconselhar na escolha. Aguardamos as suas perguntas no endereço de e-mail habitual info@higarden.eu.

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Quais são as condições ideais para o cultivo interior?

Proporcionar às plantas um ambiente perfeito deve ser o objetivo de todos os cultivadores de interior. Só assim poderá utilizar eficazmente a energia elétrica e os outros recursos que investiu no cultivo e obter colheitas abundantes. Nas linhas seguintes, ficará a saber como criar um clima perfeito no espaço de cultivo.

Os principais fatores climáticos que influenciam o crescimento das plantas são a temperatura, a humidade, o VPD, a luz e a circulação do ar. O seu objetivo deve ser manter todas estas variáveis dentro do intervalo ideal durante todo o ciclo de cultivo. Lembre-se de que estes fatores estão interligados e influenciam-se mutuamente, afetando a forma como as plantas absorvem água e nutrientes. Por isso, se alterar qualquer um dos fatores climáticos, deve também ajustar a rega e a adubação das plantas, regando-as ou fertilizando-as.

Défice de pressão de vapor (VPD)

VPDchartA água circula continuamente pelas plantas: é absorvida pelas raízes e libertada pelas folhas para o ambiente sob a forma de vapor, num processo denominado transpiração. Este processo permite às plantas absorver nutrientes, arrefecer e impulsionar os processos metabólicos e a fotossíntese. A velocidade a que a água se evapora das folhas depende da temperatura e da humidade do ar circundante. A diferença entre a quantidade de humidade que o ar consegue reter e a quantidade de água que contém num determinado momento é denominada VPD (Vapor Pressure Deficit). Quando o VPD é baixo, o ar está saturado de humidade, a transpiração abranda e aumenta o risco de bolor; quando o VPD é alto, a transpiração acelera, levando a uma maior absorção de água e nutrientes, mas também ao risco de fertilização excessiva. Um VPD ideal ajuda a manter o equilíbrio entre a absorção de água e nutrientes e o crescimento saudável das plantas.

Temperatura

A temperatura influencia a velocidade a que as plantas absorvem e processam os nutrientes. A maioria das plantas desenvolve-se melhor a temperaturas entre 20 e 30 °C. Quanto mais baixa for a temperatura, mais lentamente as plantas transpiram e mais abranda o seu metabolismo; o crescimento para por completo por volta dos 16 °C.  À medida que as temperaturas aumentam, as plantas conseguem realizar a fotossíntese de forma mais eficiente. Assim, aproveitam mais energia da luz e crescem mais depressa, atingindo o crescimento mais rápido a 30 °C e 1500 PPFD (Chandra et al. 2009). Se as temperaturas ultrapassarem os 30 °C, as plantas não conseguirão arrefecer suficientemente depressa e o seu crescimento parará por completo entre 32 e 35 °C.

Humidade

A humidade ideal para o cultivo de interior depende da idade das plantas, da temperatura e do VPD. Manter uma humidade relativa baixa no espaço de cultivo é particularmente importante durante a floração e a maturação, quando as plantas são mais suscetíveis ao bolor e à botrite. Em geral, durante a germinação e o enraizamento, a humidade no espaço de cultivo deve rondar os 70%; durante a fase vegetativa, os 55-65%; e durante a floração, cerca de 50%. Não se esqueça de que uma humidade do ar demasiado baixa acelera a transpiração, o que se traduz num elevado consumo de água pelas plantas, num crescimento lento e em colheitas menores.

Luz

Durante a fotossíntese, as plantas transformam a energia da luz em açúcares, que depois utilizam para impulsionar o seu metabolismo. Para que este processo seja eficiente, a luz incidente deve ter o espectro e a intensidade adequados, sendo também importante a duração da iluminação. A maioria das plantas precisa de cerca de 18 horas de luz por dia para crescer e de 12 horas para florescer. Uma luminária de cultivo adequada deve ter um espectro correspondente ao da luz solar. Para esse efeito, utilizam-se geralmente díodos LED ou lâmpadas de descarga HPS. Uma luz demasiado fraca limita o crescimento, enquanto uma luz demasiado intensa queima e causa stress às plantas.

Ar

Uma circulação de ar adequada no espaço de cultivo é essencial para manter a temperatura e a humidade apropriadas e garantir o fornecimento de CO₂ fresco às plantas. Para assegurar um fluxo de ar ideal no growbox ou no espaço de cultivo, combine um ventilador de extração com ventiladores de circulação no interior. O ventilador de extração elimina o excesso de humidade e introduz ar fresco, enquanto os ventiladores de circulação asseguram um fluxo de ar uniforme em redor das plantas.

Quer aprender os princípios básicos do cultivo de interior ou procura informações sobre novidades no cultivo e os mais recentes acessórios de jardinagem? Encontra tudo isso no nosso blogue da Higarden!

Diferenças entre ventiladores axiais e radiais. O quê e porquê?
Muitos cultivadores tentam poupar no ventilador escolhido logo no início, optando pelo ventilador mais barato possível, por acharem que a escolha do ventilador não é importante. O que interessa é que tenha o caudal necessário em m3 por hora. 

Infelizmente, não é assim tão simples. Os ventiladores diferem em muitos aspetos e, como é evidente, há matemática e física por detrás disso, que não vou explicar aqui. Se quiser, pode pesquisá-las no Google. ;-)

Na prática, os ventiladores dividem-se em AXIAIS (por vezes apelidados de ventiladores de casa de banho), tipicamente representados pelas séries TT e TD, e ventiladores RADIAIS, que se subdividem em ventiladores com pás curvadas para a frente, pás curvadas para trás e pás com terminação radial.
Ventilador axial
Os ventiladores TT axiais são os mais baratos que se encontram no mercado e, se a sua conduta não tiver mais de 2 metros, não fizer curvas, não utilizar silenciadores, filtros (sim, estas “tubagens” também são, na realidade, obstáculos significativos ao caudal de ar) nem outros componentes que impeçam o caudal de ar, poderá usar ventiladores TT com bastante sucesso durante alguns ciclos de cultivo. 

Ventiladores TD
 são semelhantes, mas utilizam rolamentos melhores. O ventilador está mais bem protegido contra a acumulação de sujidade e, em geral, tem uma vida útil muito superior à dos ventiladores TT, o que também se reflete no preço. O caudal de ar de um ventilador axial é indicado para pressão nula. 

Cada curva de 90 graus aumenta a pressão na conduta em 10 Pa e reduz a potência do ventilador axial em cerca de 25%. Se, por exemplo, acrescentar um filtro, a potência diminuirá mais 25% e, além de o ventilador poder não ter potência suficiente, existe também o risco de arrefecimento insuficiente e de queimar o fusível térmico. (Se isto acontecer, o fabricante saberá que o ventilador foi utilizado de forma inadequada e não aceitará a reclamação.) 

Um obstáculo adicional pode mesmo fazer parar o fluxo de ar: o ventilador apenas “consome energia”, mas não faz nada.

PrimaKlima com regulação
Os ventiladores radiais, pelo contrário, foram concebidos para serem utilizados em condutas longas e, pelo seu princípio de funcionamento, criam pressão, que lhes permite “forçar” a passagem do ar através de obstáculos e curvas. É claro que isto não significa que a conduta possa ter um comprimento ilimitado ou que possa fazer um “ziguezague” por toda a divisão e esperar que isso não afete o caudal de ar. As perdas de potência são da ordem de alguns pontos percentuais por cada obstáculo e, em condições normais, quando utiliza um filtro ou um silenciador e tem duas curvas numa conduta de 10 metros, não precisa de se preocupar com a potência nem com a vida útil do ventilador. 

Ao contrário dos ventiladores axiais, os ventiladores radiais também não têm problemas com partículas de carvão ativo provenientes dos filtros. Estas características tornaram-nos populares não só entre os cultivadores domésticos.

Ficou com alguma dúvida? Tem alguma pergunta? Escreva-nos para info@higarden.eu Teremos todo o gosto em ampliar o artigo com questões pertinentes.
Humidificador ou desumidificador?

É a essa pergunta que vamos responder neste artigo! A otimização dos espaços de cultivo e a climatização com aparelhos adequados são fundamentais para a saúde das plantas, como talvez já saiba, seja pela sua experiência de cultivo, seja pelos nossos artigos anteriores no blogue.

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A humidade adequada no interior de um growbox ou de uma sala de cultivo é essencial, sobretudo no cultivo de plantas indoor. Depende tanto da espécie de planta cultivada como da fase de desenvolvimento em que se encontra.

A nossa DICA: Além de acompanharem o ciclo de cultivo, os cultivadores também se preocupam com a humidade para armazenar corretamente a colheita. Neste caso, além de aparelhos modernos que mantêm a humidade pretendida nos espaços de armazenamento, também pode recorrer a saquetas Integra Boost, simples mas muito eficazes, para manter a humidade ideal diretamente dentro do recipiente de armazenamento. (Leia mais sobre como armazenar corretamente a colheita num artigo dedicado, disponível AQUI.)

Vamos agora analisar a utilização dos aparelhos para ajustar o clima de forma fácil e fiável em qualquer tipo de espaço, que já mencionámos no título.

Humidificadores

Estes aparelhos precisam de uma fonte de energia e de água para funcionar. Consoante a forma como é fornecida a água, distinguem-se dois tipos de humidificadores:

  • Humidificadores com fonte de água própria, sob a forma de um reservatório integrado. Um exemplo é o humidificador ultrassónico mais vendido, o HUMIPRO 4L. Está equipado com um painel LED fácil de consultar e um bocal duplo com rotação de 360°. Estes humidificadores destacam-se pela facilidade de utilização e, não menos importante, pela possibilidade de regular a potência, ao contrário do tipo de humidificadores apresentado abaixo.
  • Outros humidificadores precisam de receber água externamente; mais precisamente, é necessário mergulhar na água uma cabeça especial com flutuador, incluída na embalagem ou disponível para compra em separado. Um exemplo clássico são os humidificadores que produzem uma névoa de água característica, como o Ultrasonic Mist Maker. Estes aparelhos dispõem de um determinado número de membranas, cujas vibrações transformam a água em névoa. A potência destes humidificadores depende precisamente do número de membranas. Na prática, um humidificador com uma única membrana é suficiente para growboxes e espaços de cultivo mais pequenos, mas também existem humidificadores com nove membranas para espaços de cultivo muito grandes.
  • Infelizmente, não existe uma conversão simples entre a área de cultivo em metros quadrados e o número de membranas. Há também outras variáveis a considerar. Depende igualmente:
    • Do posicionamento correto do humidificador, ou seja, no sentido do fluxo de ar.
    • Do tipo e da intensidade do aquecimento da divisão ou do growbox.
    • Da extração do ar, que também reduz a humidade do ar no espaço de cultivo.
    • Do local onde está instalado o growbox e da temperatura média ambiente.
  • Convém acrescentar que basta limpá-los ocasionalmente. No entanto, se mergulhar os Mistmakery numa quantidade suficiente de água, estes permitem um funcionamento praticamente contínuo. Esta é uma grande vantagem. Também é útil o sensor de bloqueio, que entra em ação quando a água do reservatório acaba. Os aparelhos param automaticamente e as membranas ficam protegidas. Por outro lado, estes aparelhos não permitem regular a potência, pelo que funcionam sempre à capacidade máxima. 
  • Clonagem e propagação por estacas: Os “humidificadores” são muito utilizados para ajudar as plantas jovens a enraizar com sucesso nas primeiras fases de desenvolvimento, quando é necessário manter uma humidade mínima de 60% no espaço de cultivo.
  • Plantas de interior: Os apartamentos são um exemplo clássico de locais onde um humidificador de qualidade é indispensável, sobretudo nos meses frios, quando o aquecimento central costuma estar demasiado alto.

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Desumidificadores

  • Já sabe que, no caso das plantas jovens e dos clones, é muito importante manter uma humidade de pelo menos 60% no espaço de cultivo. Porém, nas fases de desenvolvimento posteriores, a humidade elevada torna-se prejudicial. Se, por exemplo, as plantas estiverem num ambiente húmido numa fase de floração mais avançada, corre o risco de surgir bolor. E o bolor nos frutos é a última coisa com que vai querer lidar numa fase avançada da floração.
  • Para obter uma colheita de qualidade após a secagem, os desumidificadores são também auxiliares indispensáveis, pois é necessário reduzir ao máximo a humidade da divisão, algo que muitas vezes nem mesmo aumentar a velocidade do ventilador ao máximo consegue fazer.
  • O Hutermann HD-250 é um exemplo de desumidificador prático que não ocupa espaço desnecessário, nem mesmo num growbox. Outra opção é o seu modelo mais potente, o Hutermann HD-500.
  • Estes aparelhos destacam-se pelo funcionamento muito económico e não requerem quaisquer outros produtos.
  • Funcionam através da aspiração da humidade e da sua posterior condensação, acumulando-se a água num reservatório integrado e amovível. Quando o reservatório fica cheio, o aparelho desliga-se automaticamente.

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Os nossos especialistas terão todo o gosto em aconselhar sobre a climatização e, sobretudo, sobre a manutenção prolongada de condições climáticas ideais, não só nos espaços de cultivo. Envie as suas perguntas para o endereço de e-mail habitual info@higarden.eu. 

Recomendamos ainda os seguintes produtos: 

O que pode ler a seguir? 

Como utilizar medidores de EC em hidroponia e no cultivo em substratos sem solo

Nos sistemas de cultivo hidropónico e sem solo, os nutrientes minerais são a única fonte de nutrientes para as plantas, e a sua dosagem precisa é decisiva para o metabolismo correto e o desenvolvimento das raízes. A condutividade elétrica (EC) é um método rápido e fiável para determinar a concentração de sais dissolvidos na solução nutritiva e no substrato. Neste artigo, analisamos o princípio da medição, os erros frequentes dos cultivadores e a utilização correta dos medidores de EC na prática.

O cultivo interior não é gratuito, por isso a maioria dos cultivadores procura garantir que as plantas aproveitam ao máximo a energia da iluminação de cultivo. Idealmente, as condições no espaço de cultivo estão reguladas de forma a que as plantas em pleno crescimento recebam luz durante todo o dia, equivalente à luz do sol ao meio-dia num dia de verão. Para que as plantas possam transformar esta energia em crescimento e na produção de metabolitos, a sua nutrição também tem de ser adequada. A única forma de dosear com precisão os fertilizantes minerais altamente eficazes utilizados no cultivo interior é medir com precisão a concentração de sais dissolvidos na rega e no substrato de cultivo.

O que significa EC e por que razão é importante para os cultivadores

EC (condutividade elétrica) é uma grandeza que expressa a condutividade elétrica de uma solução. Os cultivadores medem a EC da solução nutritiva para determinar a quantidade de nutrientes que contém sob a forma de sais minerais. A unidade de medida da EC é µS/cm2 (microsiemens por centímetro quadrado) e, quanto mais elevado for o valor de EC, mais concentrada é a solução. A água da rede contém pequenas quantidades de cálcio, magnésio, sódio e potássio dissolvidos, que aumentam a sua EC. É extremamente importante conhecer a EC da água que utiliza na preparação da solução de rega. Quanto mais sais dissolvidos a água da torneira contiver, menos fertilizantes poderá adicionar. Uma quantidade excessiva de sais minerais pode queimar as plantas. A água da rede costuma ter um valor de EC de cerca de 0,3 µS/cm2, mas pode ser superior em algumas regiões. A água com uma EC superior a 0,5 µS/cm2 não é adequada para regar, sendo preferível retirar-lhe primeiro os minerais através de osmose inversa.

Valores aproximados de EC para diferentes fases de crescimento

  • Mudas e início da fase vegetativa – EC 1,0– 1,5
  • Pico da fase vegetativa – EC 1,5 – 2,0
  • Pico da floração – EC 2,0 – 2,5
  • Amadurecimento – EC 1,5 -2,0

Como medir a EC

Para medir a EC, utilizam-se medidores de EC eletrónicos, normalmente em forma de caneta digital com uma sonda de medição na ponta. A leitura dos valores demora apenas alguns segundos e alguns dispositivos também medem a temperatura ou o pH da solução. A forma e a frequência das medições variam consoante cultive em hidroponia ou em substratos sem solo.

Medição da EC em sistemas hidropónicos

Quando cultiva em hidroponia, meça a EC da solução nutritiva pelo menos uma vez a cada dois dias. Primeiro, complete o reservatório com água limpa, meça a EC e, em seguida, adicione fertilizantes para aumentar a EC até ao valor pretendido. Um problema frequente entre os cultivadores principiantes é a oscilação da EC da solução nutritiva que circula pelo sistema hidropónico. Geralmente, isso deve-se ao facto de o reservatório da solução nutritiva ser relativamente pequeno em relação à quantidade de água consumida pelas plantas. Se for esse o seu caso e tiver de completar o reservatório com água com demasiada frequência, procure um de maior capacidade.

Medição da EC em substratos sem solo

Ao cultivar em coco, lã de rocha e outros substratos sem solo, a EC não oscila tão rapidamente como no cultivo hidropónico, pelo que basta fazer medições aproximadamente uma vez por semana.

  • Antes da medição, regue as plantas da forma habitual. Depois de regar, deverão escorrer algumas gotas de água pelo fundo do vaso.
  • Deixe os vasos repousar durante uma hora.
  • Coloque um tabuleiro por baixo de cada vaso e regue com 150–350 ml de água destilada, consoante o volume do recipiente de cultivo.
  • Aguarde alguns minutos, até o lixiviado pingar para o tabuleiro, e meça-o depois com um medidor de EC.

Tenha em conta que a EC do substrato será um pouco mais elevada do que a EC da rega, devido à acumulação de sais na zona radicular. No entanto, se medir uma EC do substrato significativamente superior à da solução nutritiva, as plantas correm o risco de receber fertilizante em excesso. Para reduzir a EC do substrato, lave os vasos com água limpa com o pH ajustado até escorrer aproximadamente 30% do volume.

A NOSSA SUGESTÃO: Gostaria de facilitar a medição da EC do substrato na zona das raízes? Experimente o medidor de EC Aqua Master Tools com sonda para substrato!

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Cuidados com os medidores de EC

Os medidores de EC são, na sua essência, equipamento de laboratório e, como tal, exigem manuseamento e cuidados adequados. Sem calibração regular e uma higiene rigorosa, nem o melhor medidor de EC fornecerá valores corretos. Após cada medição, é necessário enxaguar a sonda com água limpa, para evitar que os resíduos de sais da solução nutritiva sequem e afetem a medição seguinte. Para este efeito, recomendamos a utilização de água destilada, que não contém sequer vestígios de minerais.

As sondas dos medidores de EC precisam de ser calibradas regularmente. Idealmente, o dispositivo deveria ser calibrado antes de cada utilização, mas uma vez por semana é suficiente. Durante a calibração, siga as instruções do manual, onde também encontrará informações sobre o tipo de solução de calibração a utilizar. Utilize sempre solução de calibração fresca em cada ajuste e verta-a para um copo, para evitar contaminar o restante conteúdo da garrafa.

É verdade que nem o medidor de EC mais caro dura para sempre e que será necessário substituí-lo. Uma desvantagem dos dispositivos mais baratos é não ser possível substituir apenas a sonda. Por isso, se leva o cultivo a sério, vale a pena procurar um medidor de EC com sonda substituível, que, se for bem cuidado, durará muito mais tempo.

Para mais conselhos e dicas para cultivadores principiantes e experientes, bem como novidades do setor, acompanhe o nosso blogue Higarden para cultivadores.

Como escolher condutas de ventilação para um growbox ou uma sala de cultivo

Como escolher a conduta de ventilação certa para o seu espaço de cultivo interior ou growbox? Preparámos uma apresentação dos três tipos básicos de condutas de ventilação e dicas práticas para a sua utilização.

A escolha correta da conduta de ventilação é fundamental para o funcionamento eficaz do sistema de ventilação do seu espaço de cultivo interior ou growbox. A ventilação assegura a circulação do ar, a remoção do excesso de humidade, a regulação da temperatura e a eliminação de odores, fatores essenciais para o crescimento saudável das suas plantas. Neste artigo, apresentamos-lhe três tipos básicos de condutas de ventilação, as suas vantagens e desvantagens, bem como dicas práticas para a sua utilização correta.

Conduta ALU de alumínio (ALUFLEX)

A conduta ALU flexível é fabricada com uma combinação de alumínio e laminado. A estrutura da conduta é constituída por um fio de aço enrolado entre várias camadas de material, o que lhe confere a flexibilidade necessária. A conduta ALU é fácil de moldar, permitindo uma fixação simples mesmo em locais de difícil acesso ou onde seja necessário contornar obstáculos. O material da conduta resiste a temperaturas entre -30 °C e 140 °C e a uma pressão máxima de 2500 Pa, com uma velocidade do ar até 20 m/s. A conduta ALU é especialmente adequada para ligar ventiladores e filtros de carvão.

Conduta COMBI revestida a borracha (COMBIFLEX)

A conduta COMBI flexível foi concebida para resistir a danos mecânicos. A parte interior é fabricada em alumínio, enquanto a camada exterior é constituída por um plástico de proteção resistente. A conduta COMBI é resistente e, ao mesmo tempo, flexível, podendo ser utilizada em ligações complexas e sujeitas a esforço. O material COMBIFLEX suporta temperaturas entre -30 °C e 140 °C e uma pressão máxima de 3000 Pa, com uma velocidade do ar até 30 m/s. A conduta COMBI é adequada para sistemas de distribuição de ar e para ligações entre ventiladores e filtros de odores.

 

Conduta SONO insonorizada (SONOFLEX)

A conduta SONO flexível minimiza o ruído provocado pelo movimento do ar. A conduta é composta por uma parte interior de alumínio reforçado, envolvida por uma camada isolante de lã mineral. A conduta SONO reduz significativamente o ruído do sistema de ventilação e é especialmente adequada para sistemas de distribuição de ar. Tal como os outros tipos de conduta, a SONOFLEX resiste a temperaturas entre -30 °C e 140 °C e a uma pressão máxima de 2000 Pa.

Dicas para a instalação de condutas de ventilação

Ao instalar condutas de ventilação, tenha em conta que cada obstáculo contra o qual o ar embate reduz a eficácia dos ventiladores e aumenta o ruído. Quanto menos curvas e mais curtas forem as condutas, mais silencioso e fluido será o funcionamento do sistema de ventilação. Para fixar as condutas aos ventiladores, aos filtros de odores e às uniões, utilize abraçadeiras metálicas e verifique ocasionalmente se as ligações estão devidamente vedadas. Entre ciclos de cultivo, desmonte e limpe o sistema de ventilação e, se necessário, substitua as peças desgastadas.

Também poderá ter interesse em: Onde e como colocar ventiladores numa tenda ou num espaço de cultivo

Está a começar a cultivar em interior e procura dicas para principiantes? Visite o nosso blogue Higarden, onde ficará a saber tudo o que precisa sobre o cultivo em interior com iluminação artificial, hidroponia e cultivo urbano.

Cultivo em interior: como passar à floração

orchid2No cultivo interior, a transição da fase vegetativa para a floração é um dos momentos mais importantes de todo o ciclo de cultivo. O momento certo depende de vários fatores, e a altura em que se faz a mudança influencia em grande medida a quantidade e a qualidade da colheita. Apresentamos os aspetos mais importantes da transição para a fase de floração e algumas técnicas de cultivo avançadas que ajudarão a obter uma colheita melhor.

Qual é a diferença entre a fase vegetativa e a floração?

Para começar, vamos esclarecer o que queremos dizer quando falamos da mudança ou transição da fase vegetativa para a fase floral. Ao longo da vida, as plantas passam por quatro fases: primeiro germinam, depois tornam-se plântulas, seguem-se a fase vegetativa (de crescimento) e, por fim, a floração. Enquanto, nas primeiras fases da vida, as plantas se concentram na formação de novas folhas e raízes para poderem captar mais luz solar e nutrientes, durante a floração começam a formar botões que amadurecem e dão origem a flores, frutos e sementes.

Mas como sabem as plantas quando devem começar a florir? Tal como dependem da luz para obter energia para a fotossíntese, também neste caso contam com a luz solar para lhes indicar a mudança das estações. No caso das plantas de dia curto, quanto mais cedo o sol se põe, mais rapidamente começam a florir. No caso das plantas de dia longo, acontece o contrário. Este fenómeno chama-se fotoperiodismo e é abordado com mais pormenor num dos artigos anteriores do nosso blogue.

No exterior, não é necessário ajudar muito as plantas, mas, no cultivo interior, a alternância entre o dia e a noite está nas mãos do cultivador. É o cultivador que decide se o regime luminoso mantém as plantas na fase vegetativa ou se chegou o momento de iniciar a floração. A duração crítica do dia e da noite pode variar consoante a espécie, mas, para a maioria das plantas de dia curto (entre as quais se encontra a maioria das culturas populares de interior, incluindo as ervas aromáticas e medicinais), o estímulo para a transição para a floração é a redução do dia para 12 horas (regime 12/12). Durante a fase vegetativa, a maioria dos cultivadores mantém um regime luminoso de 16 a 18 horas de luzes e 6 a 8 horas de escuridão.

O que deve ter em conta ao mudar para a floração

Embora, no cultivo interior, os cultivadores controlem vários fatores, a altura em que se mudam as luzes depende muitas vezes também de fatores que não podemos controlar por completo. A altura e a forma das plantas, o estado do sistema radicular e as diferentes técnicas de jardinagem a que possam ter sido submetidas também desempenham um papel importante.

Altura e forma das plantas

Muitos cultivadores principiantes subestimam o quanto as plantas podem crescer depois da mudança para a floração. Algumas espécies e variedades podem até triplicar o seu comprimento durante as primeiras semanas de floração. Tenha sempre em conta o espaço disponível acima das plantas. Durante a fase vegetativa, procure moldar as plantas através da poda e de outras técnicas para que, depois da mudança, preencham toda a área do espaço de cultivo e o maior número possível de pontas ou flores fique exposto à luz.

Sistema radicular

Além de crescerem em altura e de formarem novas folhas, as plantas passam uma grande parte da fase vegetativa a desenvolver o sistema radicular. O espaço disponível para as raízes varia consoante o método de cultivo, mas, quer cultive em hidroponia ou em vasos, não deve apressar o crescimento das raízes. Quando a planta começa a florir, concentra a maior parte da energia na formação dos botões e precisa de todos os nutrientes que as raízes conseguem absorver. Se iniciar a floração demasiado cedo, poderá obter uma colheita menor no final do ciclo de cultivo. Não existe uma ciência exata para determinar o momento certo, mas a maioria das plantas precisa de pelo menos três semanas após o transplante para o local definitivo antes de poder começar a florir.

a_defoliace_COVERTécnicas avançadas de cultivo

Para maximizar os rendimentos, muitos cultivadores recorrem a várias técnicas inovadoras que influenciam o crescimento e o desenvolvimento das plantas. Importa referir que nem todas são adequadas a todas as espécies e variedades de plantas, pelo que a sua utilização fica ao critério do leitor.

Sea of Green (SOG)

O método Sea of Green (SOG) consiste no cultivo de muitas plantas pequenas e baixas, dispostas muito perto umas das outras. O objetivo é que as plantas comecem a florir o mais cedo possível e não tenham tempo para desenvolver ramos laterais. Os cultivadores que recorrem a esta técnica costumam mudar para a floração quando as plantas atingem 15 a 30 cm de altura. O resultado deverá ser um grande número de plantas com uma única ponta principal.

Screen of Green (ScrOG)

Embora partilhe uma abreviatura semelhante à do método anterior, a técnica Screen of Green é exatamente o seu oposto. O ScrOG consiste em colocar uma rede de suporte cerca de 30 a 60 centímetros acima da base das plantas e, em seguida, entrelaçar as pontas para que a copa fique o mais espalhada possível. Com este método, e com alguma paciência e experiência, é possível preencher todo o espaço de cultivo com apenas uma ou poucas plantas.

Lollipopping

A técnica de poda muito popular chamada “lollipopping” consiste em remover todos os ramos das plantas, exceto os maiores e os que prometem a maior colheita. Os defensores do método salientam que as flores nas zonas inferiores e sombreadas muitas vezes não amadurecem, pelo que não vale a pena as plantas desperdiçarem energia e nutrientes com elas. Antes de começar a poda, certifique-se de que as plantas estão saudáveis e suficientemente desenvolvidas para não atrasar o seu crescimento.

Quer aprender a cultivar em interior como os profissionais? Leia os artigos mais recentes no nosso blogue!

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